Reabilitação Psicossocial nas Fissuras Orofaciais • HRB4092

 

DOCENTE RESPONSÁVEL:

Maria de Lourdes Merighi Tabaquim

 

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

 

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 4h 3h 3 semanas 45h

OBJETIVOS:

A disciplina visa desenvolver no aluno um visão crítica acerca dos aspectos psicossociais envolvidos na reabilitação das fissuras orofaciais.  

Visa analisar, de forma global e sob a perspectiva psicossocial, a pessoa portadora dessa deficiência em suas diferentes fases: nascimento, socialização, escolarização, adolescência e idade adulta, propiciando ao aluno a possibilidade de planejar e desenvolver ações tanto preventivas como de intervenção no contexto individual, familiar e social. 

 

JUSTIFICATIVA:

O conhecimento das repercussões psicossociais das fissuras orofaciais é determinante para o planejamento e a execução bem sucedida de intervenções clinicas e, sob um ponto de vista mais abrangente, para a definição de condutas e políticas mais efetivas para a reabilitação dos portadores de deformidades do crânio e da face.  

 

CONTEÚDO:

A família: conceituação, impacto e enfrentamento diante do nascimento de crianças com fissuras orofaciais.
Repercussões psicossociais nas diferentes fases do desenvolvimento de pessoas com fissuras orofaciais: a socialização, a escolarização, a adolescência e a idade adulta.
Estratégias para a viabilização do processo de reabilitação: a realidade brasileira e o direito à saúde.
Estratégias de prevenção e intervenção nas questões sociais relacionadas ao acesso ao tratamento e sua continuidade.
Rede nacional de apoio social, institucional e comunitária. 

 

BIBLIOGRAFIA: 

Bronfenbrenner U. Bioecologia do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2011.

Cariola TC, Sá AEF. Atitudes e reações emocionais dos pais com o nascimento de uma criança portadora de fissura lábio-palatal. PediatrMod 1991; 26(6):489-94.

Garcia, RCM. Aspectos psicossociais e familiares de indivíduos com e sem distúrbios da comunicação decorrentes da fissura labiopalatina [dissertação]. Bauru: Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo, 2006.

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Graciano MIG. Estudo socioeconômico e políticas sociais. In: Koga D, Ganev E, Fávero ET. (Org.). Cidades e questões sociais. São Paulo: Andross Editora, 2008. p. 225-244.

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Pereira ACM. Auto-conceito e auto-estima em indivíduos com fissura lábio-palatina: influência do tipo de fissura e do tempo de convivência com a mesma [dissertação]. Bauru: Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo, 2000.

Sank JR, Berk NW, Cooper ME, Marazita, ML. Perceived social support of mothers of children with clefts. Cleft Palate Craniofac J 2003; 40(2):165-71.

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Tavano LD. Avaliação do desempenho psicossocial de pacientes portadores de fissuras lábio-palatinas submetidas a tratamento multidisciplinar no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo[tese]. Bauru: Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo, 2000.

 

 

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