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Artigos Científicos (HRB4080) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: Daniela Gamba Garib Carreira

NÚMERO DE CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
1h 1h 1h 10 semanas 30h

OBJETIVOS:

O objetivo desta disciplina consiste em fornecer subsídios teóricos bem como ministrar aulas práticas guiadas sobre a preparação de artigos científicos internacionais. Os objetivos específicos compreendem o conhecimento das modalidades de artigos científicos, sua elaboração e submissão segundo as normas específicas de periódicos da área de conhecimento.

JUSTIFICATIVA:

O aluno de pós-graduação stricto sensu, principalmente em nível de doutorado, deve ser preparado para elaboração de artigos científicos internacionais, visando a difusão do conhecimento e a internacionalização. Esta atividade requer treinamento teórico e prático e esta disciplina consiste em um meio facilitador para alcançar estes objetivos.

CONTEÚDO:

Modalidades de artigos científicos
Estruturação dos artigos científicos
Como escrever cada componente de um artigo científico
Preparação das cartas ao editor
Critérios da seleção da revista e normas para publicação
Revisando o artigo e respondendo às observações dos revisores
Prática de redação de artigos em língua inglesa

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Bennett P. How to write a paper. Int Emerg Nurs. 2010;18(4):226-30. doi: https://doi.org/10.1016/j.ienj.2010.04.003

Brunette DM. Critical thinking: understanding and evaluating dental research. 2nd ed. Chicago: Quintessence; 2007.

Dummer PMH. Publicação internacional de artigo científico. In: Estrela C. Metodologia científica: ensino e pesquisa em odontologia. São Paulo: Artes Médicas; 2001. p.449- 56.

Groves T. What makes a high quality clinical research paper? Oral Dis. 2010;16(4):313-5. doi: https://doi.org/10.1111/j.1601-0825.2010.01663.x

Hall PA. Getting your paper published: an editor’s perspective. Ann Saudi Med. 2011;31(1):72-6. doi: https://doi.org/10.4103/0256-4947.75782

Happell B. Responding to reviewers’ comments as part of writing for publication. Nurse Res. 2011;18(4):23-7. http://dx.doi.org/10.7748/nr2011.07.18.4.23.c8632

Jacinto T, Morais A, Fonseca JA. How to write a scientific paper – searching and managing biomedical information. Rev Port Pneumol. 2011;17(4):190-4. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.rppneu.2011.05.005

Nahas FX, Ferreira LM. A arte de redigir um trabalho científico. Acta Cir Bras. 2005;20(2):17-8. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-86502005000800005

Pattussi MP, Freire MCM. Leitura crítica de artigos científicos. In: Estrela C. Metodologia científica: ensino e pesquisa em odontologia. São Paulo: Artes Médicas; 2001. p.309-25.

Publicase: comunicação científica [homepage na internet]. Rio de Janeiro: Publicase; 2017 [acesso em 2017 mar 24]. Disponível em: http://www.publicase.com.br

Roederer M, Marciniak MW, O’Connor SK, Eckel SF. An integrated approach to research and manuscript development. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(14):1211-8. doi: http://dx.doi.org/10.2146/ajhp120167

Van Meerbeek B, Frankenberger R. How to “sell” your paper to a peer-reviewed journal. J Adhes Dent. 2016;18(2):95-6. doi: http://dx.doi.org/10.3290/j.jad.a35977

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Artigos Científicos (HRB4080) (clique para fechar)

SCIENTIFIC PAPERS (more)

Objective: The purpose of this discipline is the education on how to prepare papers for international publications. The specific objectives include the knowledge of the modalities of papers, preparations and submission of papers according to instructions for authors of journals of health and craniofacial fields.

Background: The postgraduate students, mainly during the doctoral program, should be prepared to elaborate international papers with the goal of sharing the new evidence and collaborating to the internationalization of the program. This activity requires academic and practical training. This discipline constitutes a tool for achieving these objectives.

Contents: Modalities of Scientific papers; structure of scientific papers; how to write each component of the paper; preparing the letters to editor; criteria for selecting the journals for your publication; reviewing the article and answering the reviewers; workshop for writing papers in English.

SCIENTIFIC PAPERS (close)

 

Bioengenharia Tecidual (HRB4084) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Renato Yassutaka Faria Yaedú / Antonios Georgios Mikos

NÚMERO DE CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 1h 6 semanas 30h

OBJETIVOS:

Discutir os princípios da engenharia de tecido e sua aplicação clínica na odontologia e especificamente no processo de reabilitação da fissura labiopalatina.

JUSTIFICATIVA:

Um dos maiores desafios no processo de reabilitação da fissura labiopalatina consiste no fechamento da fístula buco-nasal, formação óssea no rebordo alveolar e a reabilitação protética de dentes ausentes na região da fissura. A cirurgia moderna embasa-se em critérios minimamente invasivos o que diminui o desconforto pós-operatório, risco e tempo cirúrgico, equipe cirúrgica e custo da cirurgia. Até o momento as técnicas cirúrgicas com os melhores resultados ainda são invasivas com a necessidade de leito doador para a remoção de enxerto. A bioengenharia tecidual consiste em uma área de pesquisa recente e vem corroborar com os conceitos modernos de cirurgia minimamente invasiva contribuindo para a busca de um biomaterial, células ou fatores de crescimento que sejam verdadeiros substitutos ósseos com resultados igual ou superiores ao autógeno. Neste contexto, noções básicas sobre a bioengenharia tecidual é fundamental para pós-graduandos que atuam diretamente no processo de reabilitação da fissura labiopalatina.

CONTEÚDO:

1. Fundamentos da engenharia de tecido;
2. Histórico e conceito de engenharia de tecido;
3. Células indiferenciadas e diferenciadas;
4. Biomateriais;
5. Fatores de crescimento;
6. Células tronco e a odontologia;
7. Aplicações terapêuticas da engenharia de tecido.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Atala A, Kasper FK, Mikos AG. Engineering complex tissues. Sci Transl Med. 2012;4(160):160rv12. doi: http://dx.doi.org/10.1126/scitranslmed.3004890

Gkioni K, Leeuwenburgh SC, Douglas TE, Mikos AG, Jansen JA. Mineralization of hydrogels for bone regeneration. Tissue Eng Part B Rev. 2010;16(6):577-85. doi: http://dx.doi.org/10.1089/ten.TEB.2010.0462

Henslee AM, Spicer PP, Yoon DM, Nair MB, Meretoja VV, Witherel KE, Jansen JA, Mikos AG, Kasper FK. Biodegradable composite scaffolds incorporating an intramedullary rod and delivering bone morphogenetic protein-2 for stabilization and bone regeneration in segmental long bone defects. Acta Biomater. 2011;7(10):3627-37. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.actbio.2011.06.043

Henslee AM, Gwak DH, Mikos AG, Kasper FK. Development of a biodegradable bone cement for craniofacial applications. J Biomed Mater Res A. 2012;100(9):2252-9. doi: http://dx.doi.org/10.1002/jbm.a.34157

Jahanbin A, Rashed R, Alamdari DH, Koohestanian N, Ezzati A, Kazemian M, Saghafi S, Raisolsadat MA. Success of maxillary alveolar defect repair in rats using osteoblast-differentiated human deciduous dental pulp stem cells. J Oral Maxillofac Surg. 2016;74(4):829.e1-9. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.joms.2015.11.033

Kretlow JD, Spicer PP, Jansen JA, Vacanti CA, Kasper FK, Mikos AG. Uncultured marrow mononuclear cells delivered within fibrin glue hydrogels to porous scaffolds enhance bone regeneration within critical-sized rat cranial defects. Tissue Eng Part A. 2010;16(12):3555-68. doi: http://dx.doi.org/10.1089/ten.TEA.2010.0471

Kretlow JD, Shi M, Young S, Spicer PP, Demian N, Jansen JA, Wong ME, Kasper FK, Mikos AG. Evaluation of soft tissue coverage over porous polymethylmethacrylate space maintainers within nonhealing alveolar bone defects. Tissue Eng Part C Methods. 2010;16(6):1427-38. doi: http://dx.doi.org/10.1089/ten.tec.2010.0046

Levorson EJ, Raman Sreerekha P, Chennazhi KP, Kasper FK, Nair SV, Mikos AG. Fabrication and characterization of multiscale electrospun scaffolds for cartilage regeneration. Biomed Mater. 2013;8(1):014103. doi: http://dx.doi.org/10.1088/1748-6041/8/1/014103

Liao H, Walboomers XF, Habraken WJ, Zhang Z, Li Y, Grijpma DW, Mikos AG, Wolke JG, Jansen JA. Injectable calcium phosphate cement with PLGA, gelatin and PTMC microspheres in a rabbit femoral defect. Acta Biomater. 2011;7(4):1752-9. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.actbio.2010.12.020

Liceras-Liceras E, Garzón I, España-López A, Oliveira AC, García-Gómez M, Martín-Piedra MÁ, Roda O, Alba-Tercedor J, Alaminos M, Fernández-Valadés R. Generation of a bioengineered autologous bone substitute for palate repair: an in vivo study in laboratory animals. J Tissue Eng Regen Med. 2015 Oct 9. doi: http://dx.doi.org/10.1002/term.2088 [ahead of print].

Mountziaris PM, Spicer PP, Kasper FK, Mikos AG. Harnessing and modulating inflammation in strategies for bone regeneration. Tissue Eng Part B Rev. 2011;17(6):393-402. doi: http://dx.doi.org/10.1089/ten.TEB.2011.0182

Nair MB, Kretlow JD, Mikos AG, Kasper FK. Infection and tissue engineering in segmental bone defects – a mini review. Curr Opin Biotechnol. 2011;22(5):721-5. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.copbio.2011.02.005

Nguyen C, Young S, Kretlow JD, Mikos AG, Wong M. Surface characteristics of biomaterials used for space maintenance in a mandibular defect: a pilot animal study. J Oral Maxillofac Surg. 2011;69(1):11-8. doi: http://dx.doi.rog/10.1016/j.joms.2010.02.026

Spicer PP, Kretlow JD, Henslee AM, Shi M, Young S, Demian N, Jansen JA, Wong ME, Mikos AG, Kasper FK. In situ formation of porous space maintainers in a composite tissue defect. J Biomed Mater Res A. 2012;100(4):827-33. doi: http://dx.doi.org/10.1002/jbm.a.34016.

Stem Book [homepage in the internet]. Cambridge (MA): Harvard Stem Cell Institute; 2008 [cited 2017 mar 2]. Available from: http://www.stembook.org/

Thibault RA, Mikos AG, Kasper FK. Scaffold/extracellular matrix hybrid constructs for bone-tissue engineering. Adv Healthc Mater. 2013;2(1):13-24. doi: http://dx.doi.org/10.1002/adhm.201200209

Vo TN, Kasper FK, Mikos AG. Strategies for controlled delivery of growth factors and cells for bone regeneration. Adv Drug Deliv Rev. 2012;64(12):1292-1309. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.addr.2012.01.016

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Bioengenharia Tecidual (HRB4084) (clique para fechar)

BIOENGINEERING (more)

Objective: It discuss the principles of tissue engineering and its clinical application in dentistry and specifically in the rehabilitation process of cleft lip and palate.

Background: One of the biggest challenges in the rehabilitation process of cleft lip palate is the closing of the oral-nasal fistula, bone formation in alveolar ridge and prosthetic rehabilitation of missing teeth in the alveolar cleft. Modern surgery underlies in minimally invasive criteria which reduces postoperative discomfort, risk and duration of surgery, surgical team and cost of surgery. So far, the best results are surgical techniques with invasive donor site for graft removal. Tissue bioengineering consists of a recent survey area and corroborates with modern concepts of minimally invasive surgery contributing to the search for a biomaterial, cells or growth factors that are true bone substitutes with results equal or superior to autogenous. In this context, understanding the tissue engineering is essential for graduate students who work directly in the rehabilitation process of cleft lip palate.

Contents:
1. Fundamentals of Tissue Engineering
2. History and concept of tissue engineering;
3. Undifferentiated and differentiated cells
4. Biomaterials
5. Growth factors;
6. Stem cells and dentistry
7. Tissue engineering and therapeutic applications

BIOENGINEERING (close)

 

Bioestatística (HRB4031) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Heitor Marques Honório / José Roberto Pereira Lauris

NÚMERO DE CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 4 semanas 60h

OBJETIVOS:

Capacitar o aluno a aplicar e interpretar procedimentos de análise estatística aplicáveis a modelos experimentais simples utilizados na área de saúde. O curso dá ênfase nos princípios e limitações bem como nas pressuposições e restrições envolvidas nos diferentes modelos de análise estatística mais do que nos procedimentos de cálculo envolvidos. São discutidos os diferentes níveis de mensuração em experimentos da área biomédica e a maneira como eles afetam o modelo experimental e a interpretação dos resultados bem como o modelo estatístico apropriado.

JUSTIFICATIVA:

A disponibilidade atual de programas de computador e a dificuldade eventual de contar com assessoria estatística tem levado muitos pesquisadores a realizarem sua própria análise dos dados nem sempre da forma mais apropriada. Assim, a correta escolha do modelo a ser utilizado e sua adequada interpretação são mais importantes do que o trabalho de cálculo envolvido, que pode, sem dúvida, ser melhor executado em um computador.

CONTEÚDO:

Breve revisão dos conceitos de média, mediana, desvio padrão, amplitude semi-quartil e correlação.
Breve revisão dos conceitos de probabilidade.
Distribuições de probabilidade: binomial, normal, quiquadrado, Student e F.
Teste de uma média, duas médias independentes e duas médias não independentes.
Modelos simples de análise de variância: pressupostos e requisitos. Testes de mais de duas médias independentes e duas médias não independentes. Testes de mais de duas médias não independentes. Análise de variância a dois critérios de classificação. Comparações múltiplas. Correlação e regressão.
Análise não paramétrica. Idéia geral e aplicabilidade. Testes de Wilcoxon. Teste de Mann Whitney. Teste de Kruskal Wallis. Teste de Friedman. Correlação não paramétrica: Spearman.
Análise de classificações: Qui-quadrado e Fisher.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Arango HG. Bioestatistica: teórica e computacional com bancos de dados reais em disco. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2009.

Costa Neto PLO. Estatística. 2a ed. rev. atual. São Paulo: Edgard Blucher; 2002.

Downing D, Clark J. Estatística aplicada. 2a ed. São Paulo: Saraiva; 2002.

Hollander M, Wolfe D. Non parametric statistical methods. New York: John Wiley and Sons; 1973.

Kahn HA, Sempos CT. Statistical methods in epidemiology. New York: Oxford University; 1989.

Martinez EZ. Bioestatística para os cursos de graduação da área da saúde. São Paulo: Blucher; 2015.

Rosner B. Fundamentals of biostatistics. 6th ed. Belmont: Duxbury; 2005.

Spiegel MR, Stephens LJ. Estatística. Porto Alegre: Bookman; 2009.

Vieira S. Bioestatística: tópicos avançados. 2a ed. ver. atual. Rio de Janeiro: Campus; 2004.

Vieira S. Introdução a bioestatística. 5a ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.

Wasserman L. All of nonparametric statistics. New York: Springer; 2006.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Bioestatística (HRB4031) (clique para fechar)

BIOSTATISTICS (more)

Objective: Enable the student to apply and interpret statistical analysis procedures applicable to simple experimental models used in health research. The course emphasizes the principles and limitations as well as the assumptions and limitations involved in the different models of statistical analysis rather than on calculation procedures involved. We discuss the different levels of measurement in biomedical experiments and how they affect the model and interpretation of experimental results and the appropriate statistical model.

Background: The current availability of computer programs and the difficulty of having any statistical advice has led many researchers to conduct their own analysis of the data not always in the most appropriate way. Thus, the correct choice of model used and its proper interpretation are more important than the work of calculation involved, which can undoubtedly be better executed in a computer.

Contents:
– Brief review of the concepts of mean, median, standard deviation, semi-quartile range and correlation.

– Brief review of probability concepts.
– Probability distributions: binomial, hypergeometric, Poisson, normal, chi-square, Student and F.
– Confidence interval for proportion.
– Confidence intervals for mean.
– Test one mean, two independent means, and two paired means.
– Simple models of variance analysis: assumptions and requirements. Tests of more than two independent and paired means. Tests of more than two non-independent medium. Twoway Analysis of Variance: Interaction and additivity. Multiple comparisons. Contrasts. Correlation and regression.
– Non-parametric analysis: general idea and applicability. Wilcoxon test. Mann-Whitney test. Kruskal-Wallis test. Friedman test. Non-parametric correlation, Spearman and Kendall.
– Association tests: chi-square and Fisher.
– Testing one or two proportions.
– Odds ratio and relative risk.

BIOSTATISTICS (close)

 

Bioética (HRB4030) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: José Roberto Pereira Lauris

NÚMERO DE CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 4h 3h 2 semanas 30h

OBJETIVOS:

Discutir os dilemas éticos que surgem nas atividades profissionais na área da saúde (“bioética do cotidiano”) bem como aqueles que ocorrem a partir do desenvolvimento científico e tecnológico na área da biomedicina. Analisar criticamente os códigos de ética profissional, bem como normas e códigos vigentes. Refletir sobre as Diretrizes Bioéticas que envolvem o ser humano em todas as fases de sua vida.

JUSTIFICATIVA:

Preparar os pós-graduandos para o exercício de suas funções na docência, pesquisa e prática profissional com base em preceitos de bioética. Preparar os pós-graduandos para o constante exercício da avaliação bioética, seja na vida profissional, nas atividades de docência e ou de pesquisa. A disciplina pressupõe a participação de convidados especialistas na área.

CONTEÚDO:

Moral e Ética: conceitos filosóficos básicos.
Bioética: caracterização e campo de atuação.
Referenciais (Princípios) da ética e da bioética.
Correntes filosóficas: Racionalismo, Humanismo, Utilitarismo, Pragmatismo, Ceticismo.
Relação professor-aluno: aspectos bioéticos.
Análise crítica dos códigos de ética dos profissionais da saúde.
O segredo profissional: os direitos do paciente.
Bioética no início da vida: aborto, R.A., clonagem.
Bioética no final da vida: pacientes terminais, eutanásia, distanásia.
Bioética em situações especiais: AIDS, oncologia, deficiências físicas.
Bioética e a pesquisa em seres humanos: análise histórica, normas e situação brasileira.
Estudo de casos clínicos selecionados: seminários.
Bioética e infecção hospitalar.
Bioética e políticas de saúde.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Barchifontaine CP. Bioética e início da vida: alguns desafios. São Paulo: Idéias e Letras; 2004.

Barchifontaine CP. Bioética: alguns desafios. São Paulo: Centro Universitário São Camilo; 2001. (Coleção Bioética em Perspectiva).

Beauchamp TL, Childress JF. Principles of biomedical ethics. 5th ed. Oxford: Oxford University Press; 2001.BRASIL.

BYK, Christian. Tratado de Bioética. São Paulo: Paulus, 2015.

Ministério da Saúde. Normas para pesquisa envolvendo seres humanos. Brasília: Ministério da Saúde; 2000.

Drane J, Pessini L. Bioética, Medicina e Tecnologia. São Paulo: Loyola; 2005.

Esslinger I. De quem é a vida, afinal? São Paulo: Loyola; 2004.

Hossne WS. Relação professor-aluno, inquietações, indagações, ética. RevBrasEducMed 1994; 18(2):49-94.

Lolas F. Bioética: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola; 2001.

Pessini L. Bioética, um grito por dignidade de viver. São Paulo: Paulinas; 2006,

Pessini L. Diretrizes Éticas Internacionais para a pesquisa Biomédica em seres humanos. São Paulo: Loyola; 2004.

VEATCH, Robert M. Bioética. 3.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Bioética (HRB4030) (clique para fechar)

BIOETHICS (more)

Objective: To discuss the ethical dilemmas that arise in professional activities in the area of health (“bioethics of everyday life”) as well as those that occurs from the scientific and technological development in the biomedical field. Critically analyze the code of professional ethics and regulations. To reflect on the Bioethical guidelines that involves humans at all stages of his life.

Background: Prepare graduate students for their functions in teaching, research and professional practice based on principles of bioethics. Prepare graduate students for the constant exercise of bioethics assessment, whether in professional life, teaching and or research. The course requires the participation of invited experts.

Contents:
– Moral and Ethics: basic philosophical concepts.

– Bioethics: characterization and field.
– Principles of ethics and bioethics.
– Philosophical currents: rationalism, humanism, utilitarianism, pragmatism, skepticism.
– Teacher-student relation: bioethical issues.
– Critical analysis of ethics codes of health professionals.
– Professional secrecy: patients’ rights.
– Bioethics in early life: abortion, cloning.
– Bioethics at the end of life: terminally ill patients, euthanasia, dysthanasia. Bioethics in special situations: AIDS, cancer, physical disabilities.
– Bioethics and human research, historical analysis, standards and Brazilian situation.
– Study of selected clinical cases: seminars.
– Bioethics and hospital infection.
– Bioethics and health policy.

BIOETHICS (close)

 

Clínica Interdisciplinar Aplicada às Fissuras Orofaciais I (HRB4089) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Ana Paula Fukushiro  /  Inge Elly Kiemle Trindade  /  Ivy Kiemle Trindade Suedam

NÚMERO DE CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 1h 12 semanas 60h

OBJETIVOS:

Estudar os princípios, protocolos e condutas da reabilitação interdisciplinar em pacientes com fissuras labiopalatinas e anomalias relacionadas. Praticar as especialidades clínicas odontológicas, fonoaudiológicas e fisiologia aplicada à respiração, mastigação e fala nas fissuras orofaciais, com foco interdisciplinar.

JUSTIFICATIVA:

A reabilitação das fissuras orofaciais requer ação interdisciplinar de diversas áreas da saúde. Para tanto, a atuação da odontologia, fonoaudiologia e fisiologia aplicada à respiração, mastigação e fala são fundamentais para o complexo e desafiador processo da reabilitação, e de forma integrada, possibilitam o melhor entendimento das alterações do sistema estomatognático. As condutas clínicas em pacientes com fissuras orofaciais deve seguir um protocolo que privilegie intervenções com resultados satisfatórios em longo prazo, evitando-se o burden of care. Para que as intervenções tenham impacto positivo e custo-benefício otimizados é importante um entendimento teórico-prático e um treinamento especializado do profissional da saúde, justificando, assim, o treinamento do mestre e pesquisador na área de concentração do programa.

CONTEÚDO:

Protocolo de tratamento interdisciplinar nas diferentes especialidades incluídas na reabilitação multidisciplinar das fissuras orofaciais.
Interdisciplinaridade na avaliação e na intervenção nos desvios da comunicação e fisiologia do sistema estomatognático relacionados às alterações morfológicas fenotípicas ou criadas pelas interevenções médico-odontológicas das anomalias craniofaciais.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Almeida ALPF et al. Cross-sectional evaluation of the presence of gingival recession in individuals with cleft lip and palate. J of Periodontol 2007, 78(1):29-36.
Almeida ALPF et al. Are teeth close to the cleft more susceptible to periodontal disease? Cleft Palate Craniofac J 2009, 46(2):161-5.
Almeida ALPF, Esper LA, Pegoraro TA, Valle AL. Gingival recession in individuals with cleft lip and palate: prevalence and severity. Cleft Palate Craniofac J 2012, 49(1):92-5.
Ferreira Júnior SB et al. Survival of clinical implants in the cleft area. A retrospective study. Cleft Palate Craniofac J 2010, 47(6):586-90.
Freitas JA et al. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies / USP (HRAC-USP) – Part 2: pediatric dentistry and orthodontics. J Appl Oral Science 2012, 20(2):268-81.
Freitas JA et al. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies – USP (HRAC-USP) – part 3: oral and maxillofacial surgery.. J Appl Oral Science 2012, 20(6):673-9.
Freitas JA et al. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies – USP (HRAC-USP) – part 4: Oral Rehabilitation. J Appl Oral Science 2013, 21(3):284-92.
Garib DG, Peixoto AP, Lauris RCMC, Gonçalves JR; SILVA Filho, O.G. Fissuras labiopalatinas: A Ortodontia no processo reabilitador. Pro Odonto, Sescad, Artmed, 2010, p. 115-176.
Rezende MLR. Implantes Osseointegrados. In: Trindade IEK; Silva Filho OG. (Org.). Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. 1 ed. São Paulo: Santos, 2007. p. 275-309.
SILVA FILHO, O.G. Comportamento do canino permanente na área da fissura frente ao enxerto ósseo secundário. Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial 1999, 4(5):9-19.
Warren DW, Dubois AB. A pressure-flow technique for measuring velopharygeal orifice area during continuous speech. Cleft Palate J 1964; 1:52-71.
Fukushiro AP, Trindade IEK. Nasometric and aerodynamic outcome analysis of pharyngeal flap surgery for the management of velopharyngeal insufficiency. J Craniofac Surg. 2011Sep;22(5):1647-51.
Yamashita RP, Trindade IEK. Long-term effects of pharyngeal flaps on the upper airways of subjects with velopharyngeal insufficiency. Cleft Palate Craniofac J. 2008Jul;45(4):364-70.
Fukushiro AP, Trindade IEK. Nasal airway dimensions of adults with cleft lip and palate: differences among cleft types. Cleft Palate Craniofac J. 2005Jul;42(4): 396-402.
Trindade IEK, Genaro KF, Dalston RM. Nasalance scores of normal brazilian portuguese speakers. Braz J Dysmorphol Speech Disord 1997; 1:23-34.
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Hardin MA, Van Demark DR, Morris HL, Payne MM. Correspondence between nasalance scores and listener judgements of hypernasality and hyponasality. Cleft Palate Craniofac J 1992; 29:346-51.
Genaro KF, Yamashita RP, Trindade IEK. Avaliação clínica e instrumental da fala na fissura labiopalatina. In: Fernandes FDM, Mendes BCA, Navas ALPGP, editores.Tratado de fonoaudiologia.São Paulo:Roca;2010.p.488-503.
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Cheung T, Oberoi S. Three dimensional assessment of the pharyngeal airway in individuals with non-syndromic cleft lip and palate. PLoS One. 2012;7(8):e43405.
Regalo SCH, Vitti M, Oliveira AS, Santos CM, Semprini M, Siessere S. Conceito Básicos em Eletromiografia. Interfaces da Medicina, Odontologia e Fonoaudiologia no Complexo Cérvico-Craniofacial – volume I. São Paulo/SP: Pró-fono, 2009, 31-50.
Velepic MS, Sasso AB, Ahel VV, Starcevic RA, Komljenovic DB, Velepic MM. The contribution of electromyography to the diagnostics of some rare palatal anomalies. Int J Pediatr Otorhinolaryngol 2005; 69(7):953-7.
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Pegoraro-Krook MI, Dutka-Souza JCR, Telles-Magalhães LC, Feniman MR. Intervenção fonoaudiológica na fissura palatina. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO, organizadoras. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p. 439-455.
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Trindade IEK, Silva Filho OG. editores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Santos, 2007.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Clínica Interdisciplinar Aplicada às Fissuras Orofaciais I (HRB4089) (clique para fechar)

INTERDISCIPLINARY CLINIC APPLIED TO THE OROFACIAL CLEFTS I (more)

 Aims: To study the principles, protocols and steps of the interdisciplinary rehabilitation in complex patients with cleft lip and palate and related craniofacial anomalies. With an interdisciplinary focus in orofacial clefts, to practice the specialties of Dentistry, Speech Pathology, Physiology applied to respiration, mastication and speech.

Background: The rehabilitation of orofacial clefts requires an interdisciplinary approach of many health specialties. The integration between many healthy fields are important for a better understanding and diagnosis of the morphological and functional irregularities. The clinical procedures in patients with orofacial clefts should follow a protocol including only interventions that shows an adequate impact in the long term, avoiding the burden of care. Professionals should avoid overtreatment. For a positive impact of the interventions and optimal cost-benefit ratio, it is important a a specialized training of the health professional in a interdisciplinary environmental.

Contents: 
– Protocol for an interdisciplinary treatment in the different fields included in a multidisciplinary rehabilitation of orofacial clefts.
– Interdisciplinary in the evaluation and intervention of speech disorders, physiology of the stomatognathic system related to the morphological alteration related to the phenotype of orofacial clefts or created by the therapeutic interventions.

INTERDISCIPLINARY CLINIC APPLIED TO THE OROFACIAL CLEFTS I (close)

 

Clínica Interdisciplinar Aplicada às Fissuras Orofaciais II (HRB4090) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Daniela Gamba Garib Carreira / Ana Lúcia Pompéia Fraga de Almeida

NÚMERO DE CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 1h 12 semanas 60h

OBJETIVOS:

Estudar os princípios, protocolos e condutas da reabilitação interdisciplinar em pacientes com fissuras labiopalatinas e anomalias relacionadas com elevada complexidade. Praticar as especialidades clínicas odontológicas, fonoaudiológicas e fisiologia aplicada à respiração, mastigação e fala nas fissuras orofaciais, com foco interdisciplinar.

JUSTIFICATIVA:

A reabilitação das fissuras orofaciais requer ação interdisciplinar de diversas áreas da saúde. Para tanto, a atuação da odontologia, fonoaudiologia e fisiologia aplicada à respiração, mastigação e fala são fundamentais para o complexo e desafiador processo da reabilitação, e de forma integrada, possibilitam o melhor entendimento das alterações do sistema estomatognático. As condutas clínicas em pacientes com fissuras orofaciais deve seguir um protocolo que privilegie intervenções com resultados satisfatórios em longo prazo, evitando-se o burden of care. Para que as intervenções tenham impacto positivo e custo-benefício otimizados é importante um entendimento teórico-prático e um treinamento especializado do profissional da saúde, justificando, assim, o treinamento do mestre e pesquisador na área de concentração do programa.

CONTEÚDO:

Diagnóstico e plano de tratamento interdisciplinar em pacientes com fissuras orofaciais e anomalias craniofaciais de média/alta complexidade.
Técnicas instrumentais para diagnóstico das alterações morfológicas e funcionais nas anomalias craniofaciais de média/alta complexidade.
Terapias protocolares na reabilitação interdisciplinar das fissuras orofaciais e anomalias craniofaciais de média/alta complexidade.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Almeida ALPF et al. Cross-sectional evaluation of the presence of gingival recession in individuals with cleft lip and palate. J of Periodontol 2007, 78(1):29-36.
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Regalo SCH, Vitti M, Oliveira AS, Santos CM, Semprini M, Siessere S. Conceito Básicos em Eletromiografia. Interfaces da Medicina, Odontologia e Fonoaudiologia no Complexo Cérvico-Craniofacial – volume I. São Paulo/SP: Pró-fono, 2009, 31-50.
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Trindade IEK, Genaro KF, Yamashita RP, Miguel HC, Fukushiro AP. A proposal for velopharyngeal function rating on a speech perceptual assessment. Pro Fono 2005; 17:259-62.
Trindade IEK, Silva Filho OG. editores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Santos, 2007.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Clínica Interdisciplinar Aplicada às Fissuras Orofaciais II (HRB4090) (clique para fechar)

INTERDISCIPLINARY CLINIC APPLIED TO THE OROFACIAL CLEFTS II (more)

Aims: To study the principles, protocols and steps of the interdisciplinary rehabilitation in complex patients with cleft lip and palate and related craniofacial anomalies. With an interdisciplinary focus in orofacial clefts, to practice the specialties of Dentistry, Speech Pathology, Physiology applied to respiration, mastication and speech.

Background: The rehabilitation of orofacial clefts requires an interdisciplinary approach of many health specialties. The integration between many healthy fields are important for a better understanding and diagnosis of the morphological and functional irregularities. The clinical procedures in patients with orofacial clefts should follow a protocol including only interventions that shows an adequate impact in the long term, avoiding the burden of care. Professionals should avoid overtreatment. For a positive impact of the interventions and optimal cost-benefit ratio, it is important a specialized training of the health professional in a interdisciplinary environmental.

Contents: 
– Interdisciplinary diagnosis and treatment planning in patients with orofacial clefts and craniofacial anomalies including cases with moderate/high complexity.

– Techniques for diagnosis of morphological and functional irregularities in craniofacial anomalies including cases with moderate/high complexity.
– Interdisciplinary rehabilitation protocols of orofacial cleft and craniofacial anomalies including cases with moderate/high complexity.

INTERDISCIPLINARY CLINIC APPLIED TO THE OROFACIAL CLEFTS II (close)

 

Crescimento e Desenvolvimento Craniofacial (HRB4059) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: Daniela Gamba Garib Carreira

NÚMERO DE CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 2 semanas 30h

OBJETIVOS:

O desenvolvimento craniofacial é significativamente afetado por malformações congênitas. O objetivo desta disciplina consiste em fornecer ao aluno os elementos básicos para a compreensão do crescimento facial de indivíduos sem malformações e de pacientes com fissuras orofaciais, e, dar subsídios para a aplicação de novas metodologias de estudo, além das já conhecidas, a fim de que sejam elucidados os muitos aspectos ainda não esclarecidos dentro deste campo de conhecimento.

JUSTIFICATIVA:

O conhecimento das bases do crescimento craniofacial normal em humanos é imprescindível para a compreensão dos efeitos das fissuras orofaciais e dos tratamentos adotados para corrigi-las. A amplitude do comando genético e a interação com fatores ambientais explica as possibilidades e limitações dos tratamentos e ajuda a definir a estratégia temporal de sua aplicação. A este conhecimento encontram-se atreladas áreas importantes da reabilitação, especialmente a cirurgia plástica reconstrutiva e a reabilitação ortodôntica/ortognática. Outras áreas do processo reabilitador também se beneficiam do conhecimento acerca do crescimento craniofacial como a reabilitação protética extra e intra-oral e a fonoaudiologia, justificando, pois, a introdução desta disciplina no curso de pós-graduação.

CONTEÚDO:

Crescimento pré-natal: embriogênese dos processos faciais: considerações, mecanismo de aparecimento das malformações faciais, palato: formação e época de fechamento, etiopatogenias da fissura de palato.
Crescimento pós-natal: conceito, métodos de estudo, osteogênese, centros de crescimento, equivalentes de crescimento, genética do crescimento craniofacial, efeitos da função sobre o crescimento, teorias do crescimento craniofacial, efeitos do tratamento ortodôntico no crescimento craniofacial, avaliação do crescimento com finalidade ortodôntica/cruzada.
Crescimento craniofacial de pacientes com fissuras: padrão de crescimento em pacientes não operados, padrão de crescimento em pacientes com fissura de lábio, padrão de crescimento em pacientes com fissura de palato, padrão de crescimento em pacientes com fissura de lábio e palato unilateral, padrão de crescimento em pacientes com fissura de lábio e palato bilateral.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Atack N, Hathorn I, Mars M, Sandy J. Study models of 5 year old children as predictors of surgical outcome in unilateral cleft lip and palate. Eur J Orthod. 1997;19(2):165-70.

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Bichara LM, Araújo RC, Flores-Mir C, Normando D. Impact of primary palatoplasty on the maxillomandibular sagittal relationship in patients with unilateral cleft lip and palate: a systematic review and meta-analysis. Int J Oral Maxillofac Surg. 2015;44(1):50-6. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.ijom.2014.08.004

Capelozza Filho, L. Diagnóstico em ortodontia. Maringá: Dental Press; 2004.

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Chiu YT, Liao YF, Chen PK. Initial cleft severity and maxillary growth in patients with complete unilateral cleft lip and palate. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2011;140(2):189-95. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.ajodo.2010.04.033

Enlow DH. Crescimento facial. 3a. ed. São Paulo: Artes Médicas; 1993.

Lee YH, Liao YF. Hard palate-repair technique and facial growth in patients with cleft lip and palate: a systematic review. Br J Oral Maxillofac Surg. 2013;51(8):851-7. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.bjoms.2013.08.012

Mars M, Plint DA, Houston WJ, Bergland O, Semb G. The Goslon Yardstick: a new system of assessing dental arch relationships in children with unilateral clefts of the lip and palate. Cleft Palate J. 1987;24(4):314-22.

Mølsted K, Brattström V, Prahl-Andersen B, Shaw WC, Semb G. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate. Part 3: dental arch relationships. Cleft Palate Craniofac J. 2005;42(1):78-82. doi: http://dx.doi.org/10.1597/02-119.3.1

Ozawa TO, Shaw WC, Katsaros C, Kuijpers-Jagtman AM, Hagberg C, Rønning E, Semb G. A new yardstick for rating dental arch relationship in patients with complete bilateral cleft lip and palate. Cleft Palate Craniofac J. 2011;48(2):167-72. doi: http://dx.doi.org/10.1597/09-122

Semb G. A study of facial growth in patients with unilateral cleft lip and palate treated by the Oslo CLP Team. Cleft Palate Craniofac J. 1991;28(1):1-21; discussion 46-8. doi:http://dx.doi.org/10.1597/1545-1569(1991)028<0001:ASOFGI>2.3.CO;2

Semb G. A study of facial growth in patients with bilateral cleft lip and palate treated by the Oslo CLP Team. Cleft Palate Craniofac J. 1991;28(1):22-39; discussion 46-8. doi:http://dx.doi.org/10.1597/1545-1569(1991)028<0022:ASOFGI>2.3.CO;2

Silva Filho OG, Machado FMC, Andrade AC, Souza Freitas JA, Bishara SE. Upper dental arch morphology of adult unoperated complete bilateral cleft lip and palate. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1998;114(2):154-61.

Silva Filho OG, Normando AD, Capelozza Filho L. Mandibular growth in patients with cleft lip and/or cleft palate–the influence of cleft type. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1993;104(3):269-75.

Silva Filho OG, Ramos AL, Abdo RC. The influence of unilateral cleft lip and palate on maxillary dental arch morphology. Angle Orthod. 1992;62(4):283-90. doi: http://dx.doi.org/10.1043/0003-3219(1992)062<0283:TIOUCL>2.0.CO;2

Silva Filho OG, Rosa LA, Lauris RC. Influence of isolated cleft palate and palatoplasty on the face. J Appl Oral Sci. 2007;15(3):199-208. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S1678-77572007000300009

Trindade IEK, Silva Filho OG, coordenadores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos; 2007.

Zheng ZW, Fang YM, Lin CX. Isolated influences of surgery repair on maxillofacial growth in complete unilateral cleft lip and palate. J Oral Maxillofac Surg. 2016;74(8):1649-57. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.joms.2016.03.019

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Crescimento e Desenvolvimento Craniofacial (HRB4059) (clique para fechar)

CRANIOFACIAL GROWTH AND DEVELOPMENT (more)

Objective: Craniofacial development is significantly affected by congenital malformations. The aim of this discipline is to discuss basic elements for the comprehension of facial growth of individuals without and with cleft lip and palate; and to provide references for new methodologies of study.

Background: The knowledge of normative facial growth in humans is very important for understanding the effects of orofacial clefts and the therapeutic procedures. The role of genetics on facial growth and the interaction of environmental factors explains the possibilities and limitations of treatment, defining treatment time and strategies. Important fields are related to facial growth as reconstructive plastic surgeries and orthodontics/orthognathic surgeries. Other areas of the rehabilitation process, as intraoral and extra-oral prosthetic rehabilitation and speech pathology, also are influenced by facial growth justifying the introduction of this discipline in the postgraduate program.

Contents:
– Prenatal growth: embryogenesis of facial processes; origin of facial malformations; palate formations and time of closuring; etiology of cleft lip and palate.

– Growth in patients without clefts.
– Craniofacial growth in individuals with clefts: growth pattern in non-operated patients; growth pattern in operated cleft lip; growth pattern in operated unilateral and bilateral cleft lip and palate; growth pattern in operated cleft palate.

CRANIOFACIAL GROWTH AND DEVELOPMENT (close)

 

Desenvolvimento na Infância (HRB4060) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: Heloisa Bettiol  

NÚMERO DE CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 2 semanas 30h

OBJETIVOS:

Permitir ao aluno de pós-graduação o entendimento dos processos de crescimento físico e dos métodos de avaliação do crescimento. Desenvolver a capacidade de análise crítica dos estudos do crescimento, tomando-os como modelo de avaliação das condições de saúde do indivíduo e da coletividade e reconhecer suas limitações.

JUSTIFICATIVA:

A criança encontra-se em uma fase da vida em que o crescimento físico é um dos processos biológicos mais importantes em curso, o que a diferencia do adulto. É, portanto, fundamental para os pós-graduandos com formação em diferentes áreas do conhecimento, que atuam com crianças, serem capazes de entender o processo de crescimento físico e sua associação aos fatores biológicos, socioeconômicos e culturais. Estes conhecimentos fornecem aos alunos maior subsídio para elaboração de projetos de pesquisa que envolvam crianças.

CONTEÚDO:

Crescimento intrauterino e saúde perinatal
• Epidemiologia do peso ao nascer
• Metodologia de análise em antropometria e curvas de crescimento- Tendência secular do crescimento
• Maturação e maturação óssea
• Baixa estatura
• Puberdade
• Crescimento da criança com fissura labiopalatina
• Seminários: discussão e apresentação de artigos científicos.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Crês MC, Marques IL, Bettiol H. Evaluation of delayed puberty in adolescents with cleft lip/palate. Cleft Palate Craniofac J. 2016;53(4):464-8. doi: http://dx.doi.org/10.1597/14-175

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Montagnoli LC, Barbieri MA, Bettiol H, Marques IL, Souza L. Growth impairment of children with different types of lip and palate clefts in the first 2 years of life: a cross-sectional study. J Pediatr. 2005;81(6):461-5.

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Tanner JM. A history of the study of human growth. Cambridge: Cambridge University; 1981.

Tanner JM. Auxology. In: Nichols BL, Ballabriga A, Kretchemer N, editors. History of pediatrics 1850-1950. New York: Raven; 1991. p.147-57. (Nutrition Workshop Series; v.22).

Tanner JM. Standards of normal growth. In: Tanner JM Foetus into man. 2nd ed. Ware: Castlemead; 1989. p.178-221.

Tanner JM. The endocrinology of growth. In: Tanner JM. Foetus into man. 2nd ed. Ware: Castlemead; 1989. p.84-103.

Tanner JM. The interaction of heredity and environment in the control of growth. In: Tanner JM. Foetus into man. 2nd ed. Ware: Castlemead; 1989. p.119-64

Tanner JM. The organization of the growth process. In: Tanner JM. Foetus into man. 2nd ed. Ware, Castlemead;1989. p.165-77.

Tanner JM, Whitehouse RH. Height and weight charts from birth to 5 years allowing for length of gestation. For use in infant welfare clinics. Arch Dis Child. 1973;48(10):786-9.

Villar J, Cheikh Ismail L, Victora CG, Ohuma EO, Bertino E, Altman DG, Lambert A, Papageorghiou AT, Carvalho M, Jaffer YA, Gravett MG, Purwar M, Frederick IO, Noble AJ, Pang R, Barros FC, Chumlea C, Bhutta ZA, Kennedy SH. International standards for newborn weight, length, and head circumference by gestational age and sex: the Newborn Cross-Sectional Study of the INTERGROWTH-21st Project. Lancet. 2014;384(9946):857-68. doi: http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(14)60932-6

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Zeferino AMB, Barros Filho AA, Bettiol H, Barbieri MA. Acompanhamento do crescimento. J Pediatr 2003;79(Supl1):23-32.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Desenvolvimento na Infância (HRB4060) (clique para fechar)

DEVELOPMENT IN INFANCY (more)

Objective: To provide postgraduate students with knowledge on the mechanisms of physical development. To study methods of growth evaluation. To develop capacity of critical analysis on growth researches, taking them as models of evaluation of individual and collectivity health condition and recognize its limitations.

Background: Children are in a stage of life in which physical growth is one of the main biological process and that differs them from adults. Therefore, it is essential for postgraduate students, with different backgrounds, to be able to understand the process of physical growth and its association with biological, social, economical and cultural factors. This knowledge provides the students with greater basics to carry out research projects that involve children.

Contents:
– Environment and inheritance interaction

– Intrauterine growth and perinatal health
– Birth weight epidemiology
– Methodology for analysis of weight growth curves and anthropometric variables
– Secular tendency of growth
– Bone maturation
– Low height
– Puberty
– Growth in children with cleft palate
– Seminars: discussion and presentation of scientific articles

DEVELOPMENT IN INFANCY (close)

 

Didática no Ensino Superior (HRB4097) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Heitor Marques Honório / Ivy Kiemle Trindade Suedam / Sergio Henrique Kiemle Trindade

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 7h 4h 3 semanas 45h

OBJETIVOS:

Proporcionar ao aluno de pós-graduação stricto sensu bases teóricas e práticas sobre as novas tecnologias associadas à prática docente promover um treinamento sobre as diferentes formas de apresentação em congressos, seminários, teses e aulas teóricas.

JUSTIFICATIVA:

Frente ao avanço tecnológico vivenciado na última década e à presença de plateias cada vez mais conectadas, a finalidade da disciplina é discutir métodos de ensino e habilidades pessoais relacionadas à didática e colocá-los em prática, promovendo um treinamento para a realização de boas apresentações em diferentes situações acadêmicas. São, ainda, objetivos da disciplina discutir novas tecnologias que podem ser utilizadas em sala de aula e que tornam o processo de ensino-aprendizado mais dinâmico e atrativo. Por fim, treinamento relacionado à preparação para concurso público docente também será realizado.

CONTEÚDO:

Saberes docentes essenciais.
Didática no ensino superior.
A prática docente.
Aspectos atitudinais e relação aluno-professor.
Recursos didáticos.
Seminários e Aulas.
O ritual dos concursos docentes.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Van Horn ER, Hyde YM, Tesh AS, Kautz DD. Teaching pathophysiology: strategies to enliven the traditional lecture. Nurse Educ. 2014 Jan-Feb;39(1):34-7.

Tanner KD. Structure matters: twenty-one teaching strategies to promote student engagement and cultivate classroom equity. CBE Life Sci Educ. 2013 Fall;12(3):322-31.

Consolaro A. O “Ser” Professor: Arte e Ciência no ensinar e aprender.. Editora Dental Press. 2011.

Anderson C TED Talks: O guia oficial do TED para falar em público. Editora Intrínseca. 2016.

Gallo C. Faça como Steve Jobs. Editora Lua de Papel. 2011.

https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=32056

https://www.socrative.com/

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Didática no Ensino Superior (HRB4097) (clique para fechar)

 

Distúrbios da Comunicação na Fissura Labiopalatina (HRB4041) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Kátia Flores Genaro

Mariza Ribeiro Feniman

Luciana Paula Maximino

NÚMERO DE CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 4 semanas 60h

OBJETIVOS:

Aprofundar o conhecimento quanto ao processo de desenvolvimento dos distúrbios da linguagem, fala, audição e funções orofaciais em casos de fissura labiopalatina; Promover uma reflexão crítica sobre os procedimentos de avaliação e reabilitação, e discutir novas possibilidades de tratamento frente aos avanços do conhecimento nas diferentes áreas relacionadas à reabilitação, com base na produção científica mundial atual.

JUSTIFICATIVA:

O processo de reabilitação dos distúrbios da comunicação associados às fissuras labiopalatinas sofreu importantes avanços nos últimos anos e por essa razão é fundamental refletir sobre a atuação dos diversos profissionais envolvidos nas diferentes fases do tratamento, no que diz respeito à linguagem, fala, audição e funções orofaciais, de modo a estimular o desenvolvimento de estudos avançados e investigação científica integrada entre as áreas.

CONTEÚDO:

Os distúrbios da comunicação e das funções orofaciais determinados pela fissura labiopalatina e o processo da comunicação no contexto social.
Avaliação clínica e instrumental da comunicação e das funções orofaciais.
Delineamento terapêutico, revisão crítica das propostas de reabilitação e ações interdisciplinares no processo de reabilitação.
Revisão da literatura relacionada ao processo de reabilitação, com a elaboração de análise crítica e discussão dos resultados com o grupo.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Antonelli PJ, Jorge JC, Feniman MR, Piazentin-Penna SH, Dutka-Souza JC, Seagle MB, Williams WN, Nackashi JA, Boggs S, Graciano MI, Souza TV, Neto JS, Garla LA, Silva ML, Marques IL, Borgo HC, Martinelli AP, Shuster JJ, Pimentel MC, Zimmermann MC, Bento-Gonçalves CG, Kemker FJ, McGorray SP, Pegoraro-Krook MI. Otologic and audiologic outcomes with the Furlow and von Langenbeck with intravelar veloplasty palatoplasties in unilateral cleft lip and palate. Cleft Palate Craniofac J. 2011;48(4):412-8. doi: http://dx.doi.org/10.1597/10-009

Beluci ML, Genaro KF. Quality of life of individuals with cleft lip and palate pre- and post-surgical correction of dentofacial deformity. Rev Esc Enferm USP. 2016;50(2):217-23. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S0080-623420160000200006

Brandão GR, Freitas JAS, Genaro KF, Yamashita RP, Fukushiro AP, Lauris JR. Speech outcomes and velopharyngeal function after surgical treatment of velopharyngeal insufficiency in individuals with signs of velocardiofacial syndrome. J Craniofac Surg. 2011;22(5):1736-42. doi: http://dx.doi.org/10.1097/SCS.0b013e31822e624f

Cerom JL, Macedo CC, Feniman MR. Can peripheral hearing justify the speech disorders in children with operated cleft palate? Int Arch Otorhinolaryngol. 2014;18(1):27-35. doi: http://dx.doi.org/10.1055/s-0033-1358582.

Clausen NG, Pedersen DA, Pedersen JK, Møller SE, Grosen D, Wehby GL, Christensen K, Hansen TG. Oral clefts and academic performance in adolescence: the impact of anesthesia-related neurotoxicity, timing of surgery, and type of oral clefts. Cleft Palate Craniofac J. 2016. [ahead of print]. doi: http://dx.doi.org/10.1597/15-185

Fernandes MB, Maximino LP, Perosa GB, Abramides DV, Passos-Bueno MR, Yacubian-Fernandes A. Apert and Crouzon syndromes-Cognitive development, brain abnormalities, and molecular aspects. Am J Med Genet A. 2016;170(6):1532-7. doi: http://dx.doi.org/10.1002/ajmg.a.37640.

Hortis-Dzierzbicka M, Radkowska E, Fudalej PS. Speech outcomes in 10-year-old children with complete unilateral cleft lip and palate after one-stage lip and palate repair in the first year of life. J Plast Reconstr Aesthet Surg. 2012;65(2):175-81. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.bjps.2011.09.015

Ma X, McPherson B, Ma L. Behavioral assessment of auditory processing disorder in children with non-syndromic cleft lip and/or palate. Int J Pediatr Otorhinolaryngol. 2015;79(3):349-55. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.ijporl.2014.12.021.

Ma X, McPherson B, Ma L. Behavioral Signs of (Central) Auditory Processing Disorder in Children With Nonsyndromic Cleft Lip and/or Palate: A Parental Questionnaire Approach. Cleft Palate Craniofac J. 2016; 53(2): 147–56.

Marcelino FC, Feniman MR, Abramides DVM, Monteiro CZ, Souza JCRD, Costa AR, ; Marques I, Zorzetto NL, De Vitto LPM. Habilidades neuropsicolinguísticas em crianças com fissura labiopalatina: achados preliminares. In: II Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia e Genética dos Distúrbios da Comunicação, 2008, Fortaleza – CE.

Richardson S, Seelan NS, Selvaraj D, Khandeparker RV, Gnanamony S. Perceptual speech assessment after anterior maxillary distraction in patients with cleft maxillary hypoplasia. J Oral Maxillofac Surg. 2016 Jun;74(6):1239.e1-9. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.joms.2016.02.006.

Subramaniam V, Manuprasad S, Hebin H, Kallikkadan, Vijay Kumar K. Otological and audiological manifestations in cleft lip and cleft palate children: a clinical study. Int J Otorhinolaryngol Head Neck Surg. 2015;1(1):7-10. doi: http://dx.doi.org/10.18203/issn.2454-5929.ijohns20150579.

Tierney S, Ph.D, O’Brien K, Harman NL, Sharma RK, Madden C, Callery P. Otitis Media With Effusion: Experiences of Children With Cleft Palate and Their Parents. Cleft Palate Craniofac J. 2015; 52(1): 23–30.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Distúrbios da Comunicação na Fissura Labiopalatina (HRB4041) (clique para fechar)

COMMUNICATION DISORDERS IN CLEFT LIP AND PALATE (more)

Objective: Analyze the development process of language disorders, speech, hearing and orofacial functions in cases of cleft lip and palate. Promote a critical reflection on the current rehabilitation and assessment procedures. Discuss new possibilities for treatment in the advances of knowledge of different areas related to rehabilitation. Provide the basis for new research proposals. 

Background: The rehabilitation process of communication disorders associated with clefts lip and palate has been through important advances in recent years. Thus, it is essential to reflect on the role of the various professionals involved in the different stages of treatment, and audiologists in particular, concerning language, speech, hearing and orofacial functions in order to stimulate the development of advanced studies and integrated scientific research among these areas

Contents:
– The process of communication in social context.

– The communication disorders and orofacial functions determined by the cleft lip and palate.
– Clinical evaluation in different communication disorders and orofacial functions.
 – Therapeutic design and critical review of classical techniques.
– Interdisciplinary actions in the process of rehabilitation.
– Interface family, school and society in the rehabilitation process.

COMMUNICATION DISORDERS IN CLEFT LIP AND PALATE (close)

 

Elaboração e Adoção de Protocolos Clínicos e Avaliação da Qualidade Assistencial (HRB4096) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Gerson Alves Pereira Júnior
Alessandra Mazzo
Airton Tetelbom Stein
Daniela Ponce
Cristiano Tonello

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
3h 1h 1h 9 semanas 45h

OBJETIVOS:

Capacitar o aluno a entender os processos envolvidos na elaboração e adoção de protocolos clínicos, bem utilização de critérios para avaliação da qualidade assistencial. Dentro de cada protocolo, a sequência de eventos no processo de cuidado deve ser descrita por meio de uma série de resultados que podem ocorrer ao longo da evolução da situação clínica, utilizando a melhor evidência científica disponível. O aluno também deve ser capacitado a desenvolver estratégias de aderência ao uso dos protocolos.

JUSTIFICATIVA:

A sociedade está cada vez mais exigindo a qualidade dos serviços prestados, principalmente por órgãos públicos. Esta exigência torna fundamental a criação de normas e mecanismos de avaliação, e controle da qualidade assistencial. O serviço de saúde, sejo do ambiente pré ou intra-hospitalar, muitas vezes, não vem respondendo adequadamente às necessidades de saúde da população, principalmente por falta e/ou ineficiência do processo de trabalho. A prática gerencial é um fator crítico neste processo e lhe cabe definir o papel do serviço e seu nível de atenção dentro da rede de atendimento de saúde do município ou de sua região. O conhecimento dos conceitos relativos a avaliação e à qualidade dos serviços de saúde é de grande importância para a segurança da atenção à saúde prestada e para a gestão dos serviços e do sistema de saúde. O processo de cuidado em saúde envolve uma série de decisões dos profissionais de saúde e o algoritmo é uma ilustração de como estas decisões são ordenadas e priorizadas, sendo endereçadas a certas condições específicas do paciente, definindo as respostas apropriadas para o melhor resultado. O benefício primário de um algoritmo bem desenvolvido é garantir o foco do profissional de saúde em pontos críticos de decisão e, especificamente, listar os parâmetros que dirigem esta decisão. Estas decisões críticas de atendimento precisam ser claramente definidas. Em seguida, as alternativas e opções de decisão devem ser precisas. Os possíveis resultados para cada alternativa devem ser considerados. O descompasso entre as necessidades assistenciais de alguns pacientes e a prescrição isolada de avaliações, exames e procedimentos impostos por uma rede com ações clínicas fragmentadas, sem coordenação e ordenação gera insatisfação, retardo no tratamento e desperdício de recursos.

CONTEÚDO:

Conceitos e estratégias para a avaliação assistencial: modelos para a avaliação em saúde; avaliação de sistemas e políticas de saúde: eficácia e eficiência.
Qualidade em saúde: indicadores de qualidade; seleção de indicadores; avaliação como um instrumento da decisão.
Protocolos clínicos: guidelines; estratégias de implementação.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Brent Graham. Clinical Practice Guidelines: What Are They and How Should They Be Disseminated? Hand Clinics 2014, Vol. 30 (3), August, pag. 361–365.


Kate Nellans, Jennifer F. Waljee. Health Services Research: Evolution and Applications. Hand Clinics 2014, Vol. 30 (3), August, pag. 259-268.

Kötter et al.: Methods for the guideline-based development of quality indicators–a systematic review. Implementation Science 2012 7:21.


Stelfox HT, Bobranska-Artiuch B, Nathens A, Straus SE. Quality Indicators for Evaluating Trauma Care: A Scoping Review. Arch Surg. 2010;145(3):286-295.

Shahangian S & Snyder SR. Laboratory Medicine Quality Indicators: A Review of the Literature. Am J Clin Pathol 2009;131:418-431.


Dansa AM et al. Assessing equity in clinical practice guidelines. Journal of Clinical Epidemiology 2007, 60: 540-546.

Prior M et al. The effectiveness of clinical guideline implementation strategies – a synthesis of systematic review findings. Journal of Evaluation in Clinical Practice 2008, 14: 888–897.

Barosi G. Strategies for dissemination and implementation of guidelines. Neurol Sci 2006, 27:S231–S234.

C Main, T Moxham, JC Wyatt, J Kay, R Anderson and K Stein. Computerised decision support systems in order communication for diagnostic, screening or monitoring test ordering: systematic reviews of the effects and cost-effectiveness of systems. Health Technology Assessment 2010; Vol. 14: No. 48.

Ahmadiana L et al. The role of standardized data and terminological systems in computerized clinical decision support systems: Literature review and survey. International journal of medical informatics 2011, 80: 81–93.


SANTOS, J. S. et al. Protocolos clínicos e de regulação: acesso à rede de saúde. Rio de Janeiro. Elsevier, 2012. 1311p.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Elaboração e Adoção de Protocolos Clínicos e Avaliação da Qualidade Assistencial (HRB4096) (clique para fechar)

 

Embriologia, Etiologia, Epidemiologia e Prevenção das Fissuras Orofaciais (HRB4094) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Lucimara Teixeira das Neves

NÚMERO DE CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 1h 1h 6 semanas 60h

OBJETIVOS:

A disciplina tem por finalidades: 1) apresentar, dentro das teorias mais aceitas sobre crescimento e desenvolvimento craniofacial pré-natal, a época e o mecanismo de formação e coalescência dos processos faciais com ênfase nas discussões acerca dos mecanismos de formação do terço médio da face; 2) analisar, fundamentado na literatura atual, os fatores genéticos e ambientais envolvidos na ocorrência das fissuras orofacias. Destacando especialmente os genes candidatos e sua relação com os possíveis fatores ambientais na etiologia das malformações craniofaciais. Além disso tem por objetivo discutir os dados epidemiológicos atuais sobre as fissuras labiopalatinas; 3) oferecer conhecimentos que permitam ao pós-graduando a competente análise dos diferentes fatores que concorrem para a ocorrência das malformações e a discussão acerca das possibilidades de ação preventiva.

JUSTIFICATIVA:

O conhecimento dos aspectos embriológicos, etiológicos e epidemiológicos relacionados às fissuras orofaciais são indispensáveis nas diferentes áreas de estudo dessas malformações, principalmente considerando as variações populacionais e os programas preventivos de vigilância. O conhecimento sobre a embriologia da face é essencial para correta compreensão dos mecanismos biológicos e moleculares que podem levar a ocorrência das fissuras e para a discussão dos fatores etiológicos que cercam essa anomalia. A disciplina deve ser considerada como pré-requisito para o estudo das fissuras orofaciais e de seus efeitos em qualquer contexto do processo de reabilitador.

CONTEÚDO:

Desenvolvimento Craniofacial no período embrionário e fetal com ênfase no desenvolvimento do terço médio da face: Formação mandibular e maxilar; Palatogênese; Deficiência na coalescência e/ou fusão dos processos faciais embrionários; Deficiência na coalescência e/ou fusão dos processos palatinos.
Discussão da “classificação das fissuras labiopalatinas” com base na embriologia.
Conceitos e princípios básicos de epidemiologia: Os principais registros de malformações congênitas e sua eficácia; Incidência e prevalência das malformações na população.
• Etiologia das fissuras: Fissuras sindrômicas e não sindrômicas; Fatores genéticos na etiologia das fissuras orofaciais; Fatores ambientais na etiologia das fissuras orofaciais (teratogênese).
Prevenção das malformações craniofaciais.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Freitas JA, das Neves LT, de Almeida AL, et al. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies/USP (HRAC/USP)–Part 1: overall aspects. J Appl Oral Sci. 2012 Feb;20(1):9-15.

Eppley BL, Van Aalst JA, Robey A, Havlik RJ, Sadove AM. The spectrum of orofacial clefting. Plast Reconstr Surg 2005; 115(7):101-4.
Jugessur A, Murray JC. Orofacial clefting: recent insights into a complex trait. Curr Opin Genet Dev 2005; 15(3):270-8.

Kousa YA, Schutte BC. Kousa YA, Schutte BC.Toward an orofacial gene regulatory network. Dev Dyn. 2016 Mar;245(3):220-32.

Olasoji HO, Ukiri OE, Yahaya A. Incidence and aetiology of oral clefts: a review. Afr J Med Sci 2005; 34(1):1-7.

Rice DP. Craniofacial anomalies: from development to molecular pathogenesis. Curr Mol Med 2005; 5(7):699-722.

Holzinger ER, Li Q, Parker MM et al. Analysis of sequence data to identify potential risk variants for oral clefts in multiplex families. Mol Genet Genomic Med. 2017 Aug 9;5(5):570-579.

Silva Filho OG, Freitas JAS. Caracterização morfológica e origem embriológica. In: Trindade IEK, Silva Filho OG (coord.). Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos, 2007. p. 17-49.

Suga M, Hayashi Y, Furue MK. In vitro models of cranial neural crest development toward toxicity tests: frog, mouse, and human. Oral Dis. 2016 Jun 14. doi: 10.1111/odi.12523.

Sadler T.W. Embriologia Médica. Editora Lippincott, 2015.

Suzuki A, Sangani DR, Ansari A, Iwata J. Molecular mechanisms of midfacial developmental defects. Dev Dyn. 2016 Mar;245(3):276-93.

World Health Organization. Global strategies to reduce the health-care burden of craniofacial anomalies: report of who meetings on International colaborative research on craniofacial anomalies.Geneva: Who Graphics; 2002.

World Health Organization. Addresing the global challenges of craniofacial anomalies. Geneva: report of a who meetings on international collaborative research on craniofacial anomalies. Geneva: Who Graphics; 2004.

Vieira AR. Unraveling human cleft lip and palate research. J Dent Res. 2008 Feb;87(2):119-25.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Embriologia, Etiologia, Epidemiologia e Prevenção das Fissuras Orofaciais (HRB4094) (clique para fechar)

 

Fisiologia do Sistema Estomatognático (HRB4043) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: Ivy Kiemle Trindade Suedam

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 3 semanas 45h

OBJETIVOS:

Discutir as bases neuromusculares das funções associadas ao sistema estomatognático: mastigação, sucção, deglutição e fonoarticulação para a compreensão das disfunções que afetam o sistema, particularmente aquelas resultantes das deformidades orofaciais, e dos procedimentos ortopédico-cirúrgicos utilizados para sua correção. Analisar, criticamente, os métodos disponíveis para estudo das funções estomatognáticas. Estimular a busca de soluções e tecnologias inovadoras para a resolução das disfunções estomatognáticas.

JUSTIFICATIVA:

As anomalias craniofaciais afetam as estruturas que compõem o sistema estomatognático. Tem, portanto, um efeito potencial de interferir com a mastigação, deglutição, sucção e fonoarticulação. Por outro lado, a correção dessas deformidades pode influenciar, positiva ou negativamente, as funções estomatognáticas. Estas questões são objeto de estudo de uma das linhas de pesquisa do Programa, de modo que a disciplina visa oferecer as ferramentas para o desenvolvimento de estudos avançados na área.

CONTEÚDO:

Pares cranianos.
Mecanismos neuromusculares da mastigação, deglutição, sucção e fonoarticulação.
Disfunções do nervo trigêmeo, glossofaríngeo, facial, vago e hipoglosso.
As repercussões neuromusculares de deformidades orofaciais e de procedimentos ortopédicos e cirúrgicos utilizados para sua correção.
Novas abordagens para a avaliação das disfunções sensoriais e motoras do sistema estomatognático: métodos de análise clínica e instrumental – a eletromiografia e a medida da força de mordida e a algometria.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Bennett GJ. Neuropathic pain in the orofacial region: clinical and research challenges. J Orofac Pain. 2004;18(4):281-6.

Berretin-Felix G, Nary Filho H, Padovani CR, Trindade Junior AS, Machado WM. Electromyographic evaluation of mastication and swallowing in elderly individuals with mandibular fixed implant-supported prostheses. J Appl Oral Sci. 2008;16(2):116-21.

Bersani E, Regalo SC, Siéssere S, Santos CM, Chimello DT, Oliveira RH, Semprini M. Implant-supported prosthesis following Brånemark protocol on electromyography of masticatory muscles. J Oral Rehabil. 2011;38(9):668-73. doi: http://dx.doi.org/10.1111/j.1365-2842.2011.02201.x

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Félix GB, Genaro KF, Trindade Junior AS. Características clínicas do sistema mastigatório de indivíduos com disfunção craniomandibular. J BrasFonoaudiol 2000;1(5):33-46.

Félix GB, Genaro KF, Trindade IEK, Trindade Junior, AS. Masticatory function in temporomandibular dysfunction patients: electromyographic evaluation. J Appl Oral Sci 2005;13(4):360-5.

Freitas JA, Trindade-Suedam IK, Garib DG, Neves LT, Almeida AL, Yaedú RY, Oliveira TM, Soares S, Lauris Rde C, Yamashita RP, Trindade AS Jr, Trindade IE, Pinto JH. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies/USP (HRAC/USP) – part 5: institutional outcomes assessment and the role of the Laboratory of Physiology. J Appl Oral Sci. 2013;21(4):383-90. doi: http://dx.doi.org/10.1590/1678-775720130290

Garcia MA, Rios D, Honório HM, Trindade-Suedam IK. Bite force of children with repaired unilateral and bilateral cleft lip and palate. Arch Oral Biol. 2016;68:83-7. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.archoralbio.2016.03.019.

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Hiyama S, Asakawa S, Ono T, Mochida-Matsubara M, Ohyama K. Evaluation of stomatognathic function in orthodontic treatment. World J Orthod. 2005;6(4):343-54.

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Palinkas M, Nassar MS, Cecílio FA, Siéssere S, Semprini M, Machado-de-Sousa JP, Hallak JE, Regalo SC. Age and gender influence on maximal bite force and masticatory muscles thickness. Arch Oral Biol. 2010;55(10):797-802. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.archoralbio.2010.06.016

Palinkas M, Bataglion C, de Luca Canto G, Machado Camolezi N, Theodoro GT, Siéssere S, Semprini M, Regalo SC. Impact of sleep bruxism on masseter and temporalis muscles and bite force. Cranio. 2016;34(5):309-15. doi: http://dx.doi.org/10.1080/08869634.2015.1106811

Pizolato RA, Gavião MB, Berretin-Felix G, Sampaio AC, Trindade Junior AS. Maximal bite force in young adults with temporomandibular disorders and bruxism. Braz Oral Res. 2007;21(3):278-83. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S1806-83242007000300015

Sales Pinto LM, Carvalho JJ, Cunha CO, Santos Silva R, Fiamengui-Filho JF, Rodrigues Conti PC. Influence of myofascial pain on the pressure pain threshold of masticatory muscles in women with migraine. Clin J Pain. 2013;29(4):362-5. doi: http://dx.doi.org/10.1097/AJP.0b013e31826232f6.

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Sônego MV, Goiato MC, Santos DM. Electromyography evaluation of masseter and temporalis, bite force, and quality of life in elderly patients during the adaptation of mandibular implant-supported overdentures. Clin Oral Implants Res. 2016. doi: http://dx.doi.org/10.1111/clr.12980 [ahead of print].

Suzuki N, Miyazaki A, Igarashi T, Dehari H, Kobayashi JI, Miki Y, Ogi K, Nagai I, Sonoda T, Yotsuyanagi T, Hiratsuka H. Relationship between mandibular ramus height and masticatory muscle function in patients with unilateral hemifacial microsomia. Cleft Palate Craniofac J. 2017;54(1):43-52. doi: http://dx.doi.org/10.1597/14-329

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Trawitzki LV, Dantas RO, Elias-Júnior J, Mello-Filho FV. Masseter muscle thickness three years after surgical correction of class III dentofacial deformity. Arch Oral Biol. 2011;56(8):799-803. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.archoralbio.2011.01.012

Trawitzki LV, Silva JB, Regalo SC, Mello-Filho FV. Effect of class II and class III dentofacial deformities under orthodontic treatment on maximal isometric bite force. Arch Oral Biol. 2011;56(10):972-6. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.archoralbio.2011.02.018.

Velepic MS, Sasso AB, Ahel VV, Starcevic RA, Komljenovic DB, Velepic MM. The contribution of electromyography to the diagnostics of some rare palatal anomalies. Int J Pediatr Otorhinolaryngol. 2005;69(7):953-7. doi: https://doi.org/10.1016/j.ijporl.2005.02.007

Ward JA, Vig KW, Firestone AR, Mercado A, Fonseca M, Johnston W. Oral health-related quality of life in children with orofacial clefts. Cleft Palate Craniofac J. 2013;50(2):174-81. doi: https://doi.org/10.1597/11-055.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Fisiologia do Sistema Estomatognático (HRB4043) (clique para fechar)

PHYSIOLOGY OF THE STOMATOGNATHIC SYSTEM (more)

Objective:
– To provide advanced knowledge and understanding of the neuromuscular basis  of  functions associated to the stomatognathic system such as chewing, sucking, swallowing and speech
– To understand the disorders that affect the stomatognathic system, particularly those resulting from orofacial deformities and orthopedic-surgical procedures used for its correction.
– To analyze the available methods for the study and research of stomatognathic functions and dysfunctions.
– To stimulate the search for innovative technologies and solutions for the treatment of stomatognathic dysfunctions

Background: Craniofacial anomalies, such as cleft lip and palate, affect the structures that compose the stomatognathic system, interfering with mastication, swallowing, suction and speech. Considering that correction of these deformities can have a positive or negative impact on stomatognathic functions, these issues are under investigation by the Laboratory of Physiology at HRAC. Therefore, the course aims at providing the physiological basis of the functions and dysfunctions of the stomatognathic system and presenting some of the tools used for the development of advanced research and studies in the area.

Contents:
– Cranial nerves.

– Neuromuscular mechanisms of chewing, swallowing, sucking, and speech.
– Disorders of the trigeminal nerve, glossopharyngeal nerve, facial nerve and hypoglossal nerve.
– The effects of neuromuscular orofacial deformities and orthopedic-surgical procedures used for its correction.
– New approaches for assessment of sensory and motor dysfunctions of the stomatognathic system: clinical and instrumental methods – electromyography and bite force measurements.

PHYSIOLOGY OF THE STOMATOGNATHIC SYSTEM (close)

 

Fundamentos de Genética e Biologia Molecular nas Malformações Craniofaciais e Outros Distúrbios (HRB4093) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Lucimara Teixeira das Neves

NÚMERO DE CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 1h 1h 6 semanas 60h

OBJETIVOS:

Discutir princípios de genética, biologia molecular, mendelismo e a evolução dos conceitos em genética a partir das limitações do padrão mendeliano. Apresentar aos alunos as possibilidades metodológicas em biologia molecular para que eles possam distinguir, discutir ou mesmo aplicar essas diferentes metodologias modernas no diagnóstico dos distúrbios congênitos. Nesse contexto, será também proposta da disciplina discutir as diversas síndromes genéticas e outras doenças complexas e suas etiologias. E além disso estimular a pesquisa na área de genética e biologia molecular.

JUSTIFICATIVA:

A discussão sobre a evolução dos conceitos em genética e biologia molecular e sua aplicação no desenvolvimento humano normal e anômalo, fornece elementos para a compreensão dos mecanismos biológicos, moleculares e de hereditariedade aplicados ao diagnóstico das doenças genéticas monogênicas e doenças complexas. Nesse contexto oportuniza aos alunos uma reflexão e melhor compreensão de diversas malformações que envolvam síndromes malformativas craniofaciais de diferentes etiologias. Possibilita, ainda, a atualização dos conhecimentos, em vista do progresso das pesquisas na área genética e biologia molecular.

CONTEÚDO:

Introdução à genética: Dogma central da biologia molecular; Estrutura dos genes e genomas; Expressão gênica; Mutações gênicas; Doenças monogênicas e doenças complexas.
Etiologia genética nos distúrbios do desenvolvimento craniofacial: Agentes teratogênicos; Epigenética.
Aspectos genéticos das fissuras sindrômicas.
• Aspectos genéticos das fissuras não sindrômicas.
Métodos modernos de diagnóstico por meio de tecnologias em Biologia Molecular.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Thompson & Thompson. Genética Médica. Elsevier, 2016.

Griffiths. Introdução a Genética, 9ª. Ed., 2009.

GORLIN et al. Syndromes of the heard and Nick. 3 ed. New York, Oxford University Press; 1990.

He M, Bian Z. Lack of Association between Missense Variants in GRHL3 (rs2486668 and rs545809) and Susceptibility to Non-Syndromic Orofacial Clefts in a Han Chinese Population. PLoS One. 2016 Jul 26;11(7).

Gowans LJ, Adeyemo WL, Eshete M, et al. Association Studies and Direct DNA Sequencing Implicate Genetic Susceptibility Loci in the Etiology of Nonsyndromic Orofacial Clefts in Sub-Saharan African Populations.J Dent Res. 2016.

Klug, WS, Cummings, MR, Palladino, MA, Spencer, CA. Conceitos de Genética. Artmed, 9ª ed., 2010.

Merks JHM, Van Karnebeek CDM, Caron HN, Hennekam RCM. Phenotypic abnormalities: terminology and classification. Am J Med Genet 2003; 123:211-30.

Nussbaum RL, McInnes RR, Willard HF. Genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002.

Pengelly RJ, Arias L, Martínez J, et al. Deleterious coding variants in multi-case families with non-syndromic cleft lip and/or palate phenotypes. Sci Rep. 2016 Jul 26;6:30457.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Fundamentos de Genética e Biologia Molecular nas Malformações Craniofaciais e Outros Distúrbios (HRB4093) (clique para fechar)

 

Imaginologia Aplicada às Anomalias Craniofaciais (HRB4036) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: Adriano Yacubian Fernandes

NÚMERO DE CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 2 semanas 30h

OBJETIVOS:

Apresentar os princípios básicos dos métodos de ressonância magnética e tomografia computadorizada aplicados ao estudo das estruturas craniofaciais e de suas malformações. Apresentar de forma sistematizada a correlação entre as alterações morfológicas e funcionais das estruturas craniofaciais e os distúrbios relacionados.

JUSTIFICATIVA:

O crescente avanço tecnológico nos métodos de diagnóstico humano por meio de métodos de imagem como ressonância magnética e tomografia computadorizada tem permitido uma maior compreensão das fissuras orofaciais e anomalias relacionadas e representam recursos valiosos para o desenvolvimento de pesquisas na área.

CONTEÚDO:

Métodos de ressonância magnética e tomografia computadorizada: aquisição de imagens, processamento de imagens, análise de imagens.
Atuação direta em uma estação de trabalho utilizada para reconstrução das imagens adquiridas.
A contribuição da imaginologia para o avanço do conhecimento em anomalias craniofaciais.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Aldridge K, Kane AA, Marsh JL, Panchal J, Boyadjiev SA, Yan P, et al. Brain morphology in nonsyndromic unicoronal craniosynostosis. Anat Rec A Discov Mol Cell Evol Biol. 2005;285(2):690-8. doi: 10.1002/ar.a.20201.
Alexander-Bloch A, Giedd JN, Bullmore E. Imaging structural co-variance between human brain regions. Nat Rev Neurosci. 2013;14(5):322-36. doi: 10.1038/nrn3465
Al-Omari I, Millett DT, Ayoub AF. Methods of assessment of cleft-related facial deformity: a review. Cleft Palate Craniofac J. 2005;42(2):145-56. doi: 10.1597/02-149.1
Däuber S, Krempien R, Krätz M, Welzel T, Wörn H. Creating a statistical atlas of the cranium. Stud Health Technol Inform. 2002;85:116-20. doi: 10.3233/978-1-60750-929-5-116
Doyon D. Diagnóstico por imagem em ressonância magnética. 2a ed. Rio de Janeiro: Medsi; 2000.
Erzurumlu RS, Murakami Y, Rijli FM. Mapping the face in the somatosensory brainstem. Nat Rev Neurosci. 2010;11(4):252-63. doi: 10.1038/nrn2804
Fernandes MB, Maximino LP, Perosa GB, Abramides DV, Passos-Bueno MR, Yacubian-Fernandes A. Apert and Crouzon syndromes-cognitive development, brain abnormalities, and molecular aspects. Am J Med Genet A. 2016;170(6):1532-7.doi: 10.1002/ajmg.a.37640
Fernandes TM, Adamczyk J, Poleti ML, Henriques JF, Friedland B, Garib DG. Comparison between 3D volumetric rendering and multiplanar slices on the reliability of linear measurements on CBCT images: an in vitro study. J Appl Oral Sci. 2015;23(1):56-63. doi: 10.1590/1678-775720130445
Garib DG, Henriques JF, Janson G, Freitas MR, Coelho RA. Rapid maxillary expansion–tooth tissue-borne versus tooth-borne expanders: a computed tomography evaluation of dentoskeletal effects. Angle Orthod. 2005;75(4):548-57.
Garib DG, Henriques JF, Janson G, Freitas MR, Fernandes AY. Periodontal effects of rapid maxillary expansion with tooth-tissue-borne and tooth-borne expanders: a computed tomography evaluation. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2006;129(6):749-58. doi: 10.1016/j.ajodo.2006.02.021
Gentile M, Volpe P, Cariola F, Di Carlo A, Marotta V, Buonadonna AL, et al. Prenatal diagnosis of chromosome 4 mosaicism: prognostic role of cytogenetic, molecular, and ultrasound/MRI characterization. Am J Med Genet A. 2005;136(1):66-70. doi: 10.1002/ajmg.a.30506
Kielty P Craniofacial embryogenetics and development. 2nd ed. Shelton: PMPH-USA; 2010.
Lorenzoni DC, Bolognese AM, Garib DG, Guedes FR, Sant’anna EF. Cone-beam computed tomography and radiographs in dentistry: aspects related to radiation dose. Int J Dent. 2012;2012:813768. doi: 10.1155/2012/813768
McIntyre GT, Mossey PA. Parental craniofacial morphology in orofacial clefting. Eur J Orthod. 2004;26(4):375-84. doi: 10.1093/ejo/26.4.375
Mardini S, See LC, Lo LJ, Salgado CJ, Chen YR. Intracranial space, brain, and cerebrospinal fluid volume measurements obtained with the aid of three-dimensional computerized tomography in patients with and without Crouzon syndrome. J Neurosurg. 2005;103(3 Suppl):238-46.
Mello BZ, Fernandes VM, Carrara CF, Machado MA, Garib DG, Oliveira TM. Evaluation of the intercanine distance in newborns with cleft lip and palate using 3D digital casts. J Appl Oral Sci. 2013 Sep-Oct;21(5):437-42. doi: 10.1590/1679-775720130091
Moreira Gonzalez A, Elahi M, Barakat K, Yavuzer R, Brinkmann B, Jackson IT. Hypertelorism: the importance of three-dimensional imaging and trends in the surgical correction by facial bipartition. Plast Reconstr Surg. 2005;115(6):1537-46.
Netherway DJ, Abbott AH, Anderson PJ, David DJ. Intracranial volume in patients with nonsyndromal craniosynostosis. J Neurosurg. 2005;103(2 Suppl):137-41.
Nopoulos P, Berg S, Canady J, Richman L, Van Demark D, Andreasen NC. Structural brain abnormalities in adult males with clefts of the lip and/or palate. Genet Med. 2002;4(1):1-9. doi: 10.109700125817-200201000-00001
Paul LK, Brown WS, Adolphs R, Tyszka JM, Richards LJ, Mukherjee P, et al. Agenesis of the corpus callosum: genetic, developmental and functional aspects of connectivity. Nat Rev Neurosci. 2007;8(4):287-99.
Sousa MV, Vasconcelos EC, Janson G, Garib D, Pinzan A. Accuracy and reproducibility of 3-dimensional digital model measurements. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2012;142(2):269-73. doi: 10.1016/j.ajodo.2011.12.028
Suri M. Craniofacial syndromes. Semin Fetal Neonatal Med. 2005;10(3):243-57. doi: 10.1016/j.siny.2004.12.002
Trindade IK, Mazzottini R, Silva Filho OG, Trindade IE, Deboni MC. Long-term radiographic assessment of secondary alveolar bone grafting outcomes in patients with alveolar clefts. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2005;100(3):271-7. doi: 10.1016/j.tripleo.2005.03.012
Vannini CAC. Visualização tridimensional em medicina usando estereogramas holográficos [dissertação]. Campinas (SP): Instituto de Computação, Universidade Estadual de Campinas; 2000.
Yacubian-Fernandes A, Ducati LG, Silva MV, Abramides DV, Perosa GB, Palhares A, et al. Síndrome de Crouzon: fatores envolvidos no desenvolvimento neuropsicologico e na qualidade de vida. Arq Neuropsiquiatr. 2007;65(2B):467-71. doi: 10.1590/S0004-282X2007000300020
Yacubian-Fernandes A, Palhares A, Giglio A, Gabarra RC, Zanini S, Portela L, et al. Apert syndrome: analysis of associated brain malformations and conformational changes determined by surgical treatment. J Neuroradiol. 2004;31(2):116-22. Doi : JNR-03-2004-31-2-0150-9861-101019-ART92
Yacubian-Fernandes A, Palhares A, Giglio A, Gabarra RC, Zanini S, Portela L, et al. Apert syndrome: factors involved in the cognitive development. Arq Neuropsiquiatr. 2005;63(4):963-8. doi: 10.1590/S0004-282X2005000600011

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Imaginologia Aplicada às Anomalias Craniofaciais (HRB4036) (clique para fechar)

IMAGINOLOGY APPLIED TO CRANIOFACIAL ANOMALIES (more)

Objective: Present the basic principles of the methods of magnetic resonance imaging and computed tomography applied to the study of craniofacial structures and their defects. Introduced in a systematic way the correlation between morphological and functional alterations of the craniofacial structures and related disorders.

Background: The increasing technological advances in the methods of human diagnostics using imaging methods such as computed tomography and magnetic resonance imaging has allowed a greater understanding of orofacial clefts and anomalies related and represent valuable resources for the development of research in the area.

Contents:
– Methods for MRI and CT: image acquisition, image processing, image analysis.

– Worked directly on a workstation used for reconstruction of the acquired images.
– The contribution of imaging to the advancement of knowledge in craniofacial anomalies.

IMAGINOLOGY APPLIED TO CRANIOFACIAL ANOMALIES (close)

 

Metodologia da Pesquisa Científica (HRB4032) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: José Roberto Pereira Lauris

NÚMERO DE CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 4 semanas 60h

OBJETIVOS:

Oferecer ao aluno de pós-graduação os fundamentos do método científico e conhecimentos para a execução sistematizada de todas as tarefas de um trabalho científico, desde sua formulação até sua publicação, finalizando com a redação de uma dissertação ou tese.

JUSTIFICATIVA:

A disciplina justifica-se no contexto de um curso de pós-graduação stricto sensu que visa a formação de pesquisadores de alto nível compromissados com a produção de conhecimento científico e com a transferência desse conhecimento.

CONTEÚDO:

Ciência e conhecimento: o conhecimento empírico, o conhecimento teológico, o conhecimento filosófico e o conhecimento científico.
O método científico: observação, hipótese, experimentação, indução, dedução, análise e síntese.
A pesquisa científica: bibliográfica, descritiva, experimental: escolha do tema de estudo, levantamento bibliográfico, formulação do problema e da hipótese, planejamento, estudo piloto, coleta, análise e interpretação de dados.
A técnica de redação do trabalho: introdução, desenvolvimento e conclusão: linguagem científica, estrutura do projeto de pesquisa, estrutura de comunicações científicas, estrutura de monografias, dissertações e teses, estrutura de artigos completos em periódicos.
Normas para redação de dissertação / teses no HRAC.
Tipos de pesquisa.
Nível de evidência científica.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Carey SS. A beginners’s guide to scientific method.4th.ed. Cengage Learning; 2011.

Cervo AL, Silva R, Bervian PA. Metodologia científica. 6a.ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil; 2006.

Creswell JW. Research Design: Qualitative, Quantitative, and Mixed Methods Approaches. 4th edition. Sage Publications. 2013.

Grigolli AAG. Metodologia do trabalho científico e recursos informacionais na área da saúde. São Paulo: Editora Santos, 2008. 208p.

Kannan S, Gowri S. Contradicting/negative results in clinical research: Why (do we get these)? Why not (get these published)? Where (to publish)?.PerspectClin Res 2014;5:151-3.

Lakatos EM, Marconi MA. Metodologia científica. 6a.ed. São Paulo: Atlas; 2011.

Lakatos EM, Marconi MA. Metodologia do trabalho científico. 7a.ed. São Paulo: Atlas; 2007.

Oliveira Neto AA. Metodologia de pesquisa científica. 1.ed. Florianópolis: Visual Books; 2005.

Rodrigues AJ. Metodologia científica: completo e essencial para vida universitária. 1.ed. São Paulo: Avercamp; 2006.

Sessler DI, Imrey PB.Clinical Research Methodology 1: Study Designs and Methodologic Sources of Error.AnesthAnalg. 2015 Oct;121(4):1034-42

Sessler DI, Imrey PB.Clinical Research Methodology 2: Observational Clinical Research.AnesthAnalg. 2015 Oct;121(4):1043-51

Sessler DI, Imrey PB.Clinical Research Methodology 3: Randomized Controlled Trials.AnesthAnalg. 2015 Oct;121(4):1052-64

Universidade de São Paulo. Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais. Guia para elaboração de dissertações e teses: curso de pós-graduação – HRAC. 4a.ed. rev atual. Bauru: Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo; 2004.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Metodologia da Pesquisa Científica (HRB4032) (clique para fechar)

METHODOLOGY FOR SCIENTIFIC RESEARCH (more)

 Objective: Provide the student fundamentals of scientific method and knowledge to perform all tasks of systematic scientific work, since its formulation to its publication, ending with the writing of a dissertation or thesis.

Background: The discipline is justified in the context of post-graduate studies aimed at training high-level researchers committed to the production of scientific knowledge and the transfer of knowledge.

Contents:
– Science and knowledge: empirical, theological knowledge, philosophical knowledge and scientific knowledge.

– The scientific method: observation, hypothesis, experimentation, induction, deduction, analysis and synthesis.
– Scientific research, bibliographic, descriptive, experimental, choosing the subject of study, literature review, formulation of the problem and hypothesis, planning, pilot study, collection, analysis and interpretation of data.
– The technique of writing scientific paper: introduction, development and conclusion: scientific language, structure of the research project, the structure of scientific communication structure for monographs, dissertations and theses, structure of full articles in journals.
– Standards for writing dissertation / thesis at HRAC.
– The question of the cost of experiments: research funding.

METHODOLOGY FOR SCIENTIFIC RESEARCH (close)

 

Odontologia na Reabilitação das Fissuras Orofaciais (HRB4075) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Ana Lúcia Pompéia Fraga de Almeida  /  Simone Soares  /  Thais Marchini de Oliveira Valarelli

NÚMERO DE CRÉDITOS: 4

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 4 semanas 60h

OBJETIVOS:

Fornecer os fundamentos do diagnóstico e do tratamento das anomalias dento-esqueléticas associadas às malformações congênitas orofaciais, em cada uma das especialidades odontológicas.
Discutir possibilidades e limitações terapêuticas.
Capacitar o aluno a desenvolver projetos de pesquisa visando:
1) a avaliação dos efeitos das intervenções das diferentes especialidades na reabilitação de pacientes com fissuras labiopalatinas;
2) a proposição e o uso de novas técnicas e tecnologias que auxiliem na otimização e racionalização do tratamento reabilitador.

JUSTIFICATIVA:

A reabilitação da função bucal, da estética facial e do sorriso constituem elementos-chave do tratamento multidisciplinar das fissuras labiopalatinas, ditando protocolos e etapas terapêuticas. Dado o dinamismo do avanço científico nas diferentes especialidades, é necessária a constante avaliação de métodos vigentes de modo a abrir campos de discussão e de pesquisa. Desta maneira, o estudo dos protocolos das diferentes especialidades odontológicas na reabilitação do paciente com fissura labiopalatina deve fazer parte da formação na pós-graduação. craniofaciais deve fazer parte da formação na pós-graduação deste programa. A disciplina pressupõe a participação de convidados especialistas.

CONTEÚDO:

Atuação, diagnóstico e tratamento aplicado à reabilitação das fissuras orofaciais em:
Odontopediatria.
Ortodontia.
Cirurgia Bucomaxilofacial.
Prótese.
Implantodontia e Periodontia.
Outras especialidades.
Seminários de literatura sobre reabilitação odontológica das fissuras orofaciais, visando a avaliação crítica das metodologias empregadas, assim como a prática didática e docente.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Almeida ALPF, Gonzalez MK, Greghi SL, Conti PC, Pegoraro LF. Are teeth close to the cleft more susceptible to periodontal disease? Cleft Palate Craniofac J. 2009;46(2):161-5. doi: 10.1597/07-226.1. doi: http://dx.doi.org/10.1597/07-226.1

Almeida ALPF, Catalani DT, Oliveira PCG, Soares S, Tunes FSM, Neppelenbroek KH. Assessment of periodontal and hygiene conditions of removable partial dentures in individuals with clefts. The Cleft-Palate Craniofac J. 2016;53(6):727-31. doi: http://dx.doi.org/10.1597/15-072.

Branemark PI, Higuchi KW, Oliveira MF. Complex cleft palate and craniomaxillofacial defects: the challenge of Bauru. Chicago: Quintessence; 1999.

Capelozza Filho L, Silva Filho OG. Abordagem interdisciplinar no tratamento das fissuras lábio-palatais. In: Mélega, JC. Cirurgia plástica fundamentos e arte: cirurgia reparadora da cabeça e pescoço. Rio de Janeiro: Medsi; 2002. p.59-88.

Dalben GS, Lauris RCMC, ALMEIDA ALPF. Multidisciplinary dental rehabilitation of cleft lip and palate. In: Cleft Lip and Palate: Etiology, Surgery & Repair and Sociopsychological Consequences. 1ª Ed. Nova Science Publisher, New York, USA, 2013.

Falzoni MMM, Jorge PK, Vitor LLR, Carrara CFC, Soares S, Almeida, ALPF, Bastos RS, Machado MAAM, Oliveira TM. Impact of malocclusion on oral health-related quality of life in brazilian children with cleft lip and palate. Braz Dent Sci. 2016;19(2):19-25.

Fernandes VM, Jorge PK, Carrara CF, Gomide MR, Machado MA, Oliveira TM. Three-dimensional digital evaluation of dental arches in infants with cleft lip and/or palate. Braz Dent J. 2015;26(3):297-302. doi: http://dx.doi.org/10.1590/0103-6440201300161

Freitas JAS, Garib DG, Vallarelli TM, Almeida ALPF, Trindade-Suedam IK, Neves LT, Yaedú RYF, Soares S, Lauris RC, Pinto JHN. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies – USP (HRAC/USP) – Part 2 Pediatric Dentistry and Orthodontics. J Appl Oral Sci. 2012;20(1):272-285, 2012.

Freitas JAS, Almeida ALPF, Soares S, Garib DG, Lauris RC, Neves LT, Yaedú RYF, Trindade-Suedam IK, Vallarelli TM Pinto JHN. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies – USP (HRAC/USP) – Part 3. Oral and Maxillofacial Surgery. J Appl Oral Sci. 2012;20(6):673-679.

Freitas JAS, Almeida ALPF, Soares S, Garib DG, Lauris RC, Neves LT, Yaedú RYF, Trindade-Suedam IK, Vallarelli TM Pinto JHN. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies – USP (HRAC/USP) – Part 4. Oral Rehabilitation. J Appl Oral Sci. 2013;21(3):284-292.

Jorge PK, Gnoinski W, Vaz Laskos K, Carrara CFC, Garib DG, Ozawa TO, Machado MAAM, Pinelli FV, Oliveira TM. Comparison of two treatment protocols in children with unilateral complete cleft lip and palate: tridimensional evaluation of the maxillary dental arch. J Craniomaxillofac Surg. 2016;44(9):1117-22.

Lopes JFS, Pinto JHN, Lopes MMW, Mazottini R, Soares S. Interrelationship between implant and orthognathic surgery for the rehabilitation of edentulous cleft palate patients: a case report. J Appl Oral Sci. 2015;23(2):224-9.

Mazzottini R, Souza Freitas JA, Silva Filho OG. A cirurgia ortognática no protocolo de tratamento das fissuras lábio-palatais. In: Araújo A. Cirurgia ortognática. São Paulo: Editora Santos; 1998. p.309-50.

Menezes M, Cerón-Zapata AM, López-Palacio AM, Mapelli A, Pisoni L, Sforza C. Evaluation of a three-dimensional stereophotogrammetric method to identify and measure the palatal surface area in children with unilateral cleft lip and palate. Cleft Palate Craniofac J. 2016;53(1):16-21.

Pinto JHN, Lopes JFS. Reabilitação oral com prótese dentária. In: Trindade IEK, Silva Filho OG, coordenadores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos; 2007. p.261-74.

Rezende MLR. Implantes osseointegrados. In: Trindade IEK, Silva Filho OG, coordenadores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos; 2007. p.275-309.

Ribeiro LL, Neves LT, Costa B, Gomide MR. Dental anomalies of the permanent lateral incisors and prevalence of hypodontia outside the cleft area in complete unilateral cleft lip and palate. Cleft Palate Craniofac J. 2003:40(2):172-5.

Silva Filho OG, Ozawa TO, Carvalho RM. Enxerto ósseo secundário. In: Trindade IEK, Silva Filho OG, coordenadores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos; 2007. p.239-60.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Odontologia na Reabilitação das Fissuras Orofaciais (HRB4075) (clique para fechar)

DENTISTRY IN THE REHABILITATION OF OROFACIAL CLEFTS (more)

Objective: To provide the diagnosis and treatment bases of dental-skeletal anomalies associated with congenital orofacial malformations in each one of the Dentistry specialties. To discuss the therapeutic possibilities and limitations. To capacitate the student to develop research projects, aiming: 1) the evaluation of the effects of the different specialties’ interventions on the rehabilitation of cleft lip and palate patients; 2) the proposition and use of new techniques and technologies for helping the treatment optimization and rationalization aiming the reduction of the patient/family’s discomfort, costs, chair time and morbidity as well as the results stability.

Background: Oral function and face/smile aesthetic rehabilitation are key elements of the multidisciplinary treatment of orofacial clefts, dictating its approaches and the sequence of therapeutic steps. Because of the dynamism of scientific advancement of the different specialties, it is necessary the constant evaluation of the current methods to open both the discussion and the research fields about the treatment rationalization and optimization. Therefore, the study of the different specialties’ approaches on the comprehensive rehabilitation of patients showing craniofacial anomalies must be part of the student’s post-graduation formation of this program. The discipline assumes the participation of guest specialists.

Contents:
– Performance, diagnosis and treatment applied to orofacial clefts rehabilitation in the Dentistry specialties.

– Literature seminars on dental rehabilitation of orofacial clefts, aiming the critical evaluation of the employed methodologies as well as the didactic and teaching practice.

DENTISTRY IN THE REHABILITATION OF OROFACIAL CLEFTS (close)

 

Políticas de Saúde e Reabilitação (HRB4039) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: Nilce Emy Tomita

NÚMERO DE CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 4h 3h 2 semanas 30h

OBJETIVOS:

A disciplina visa o aprofundamento e a atualização de conhecimentos sobre políticas de saúde e reabilitação de pessoas com deficiências, com enfoque especial na importância do trabalho em equipe e na humanização dos procedimentos. Pretende desenvolver no aluno uma visão crítica com relação ao tema e promover, por meio de discussões, a busca de estratégias que possam contribuir para a implementação de novas políticas locais, regionais e nacionais para o tratamento das fissuras orofaciais e anomalias associadas.

JUSTIFICATIVA:

A falta de políticas eficientes para a reabilitação integral dos portadores de anomalias do crânio e da face aponta para a necessidade de uma profunda reflexão sobre a realidade atual que leve à proposição de soluções. A discussão com especialistas do tema é fundamental para instrumentalizar o aluno para não só atuar e intervir na prática do cotidiano, como também para atuar e intervir em programas e projetos sociais de maior abrangência.

CONTEÚDO:

A política de saúde no Brasil.
Aspectos históricos.
O Sistema Único de Saúde: princípios e diretrizes.
Modelos de Gestão no SUS.
Modelos de atenção à saúde.
Controle social: Conferências e Conselhos de Saúde. Direitos dos pacientes.
Epidemiologia e sistemas de informação.
A política de humanização.
A deficiência e o processo de reabilitação.
Conceituação, objetivos e princípios.
Equipe de reabilitação: multi, inter e trans-disciplinar.
A política nacional de integração da pessoa portadora de deficiência.
Da integração para a inclusão social.
O cotidiano profissional na saúde e reabilitação: relação teórico-prático.
Apresentação de experiências práticas e visitas institucionais.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Almeida MC, Campos GWS. Políticas e modelos assistenciais em saúde e reabilitação de pessoas portadoras de deficiência no Brasil: análise de proposições desenvolvidas nas últimas duas décadas. Rev Ter Ocup. 2002;13(3):118-26. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v13i3p118-126

Andrade FR, Narvai PC. Inquéritos populacionais como instrumentos de gestão e os modelos de atenção à saúde. Rev Saúde Públ. 2013;47(Supl 3):154-60 doi: http://dx.doi.org/10.1590/S0034-8910.2013047004447

Barata RB. Epidemiologia e políticas públicas. Rev Bras Epidemiol. 2013;16(1):3-17. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S1415-790X2013000100001

Brasil. Ministério da Saúde. Decreto n. 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Regulamenta a lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a política nacional para a integração de pessoa portadora de deficiência, consolida as normas de proteção, e da outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília (1999 dez 22); [acesso 2000 maio 19]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d3298.htm

Brasil. Ministério da Saúde. Humaniza SUS: o HumanizaSUS na Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde; 2009. Série B. Textos Básicos de Saúde. [acesso 2017 abr 27]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humaniza_sus_atencao_basica.pdf

Brasil. Ministério da Saúde. Lei n. 8080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília (1990 set 20); [acesso em 2005 nov 9]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm

Campos CB. Legal considerations in the management of cleft lip and palate. Cleft Palate Craniofac J. 2007;44(2):223-5. doi: http://dx.doi.org/10.1597/05-209.1

Fortes PAC. Ética, direitos dos usuários e políticas de humanização da atenção à saúde. Saúde Soc. 2004;13(3):30-5. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-12902004000300004

Graciano MIG, Figueira E. A deficiência: aspectos sociais da reabilitação e trabalho interdisciplinar. Temas Desenvolv. 2000;9(49):40-51.

Graciano MIG, Tavano LA, Bachega MI. Aspectos psicossociais da reabilitação. In: Trindade IEK, Silva Filho OG, coordenadores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos; 2007. p.311-33.

Kalichman AO, Ayres JRCM. Integralidade e tecnologias de atenção à saúde: uma narrativa sobre contribuições conceituais à construção do princípio da integralidade no SUS. Cad. Saúde Pública. 2016;32(8): e00183415. doi: http://dx.doi.org/10.1590/0102-311X00183415

Mendes EV. As políticas de saúde no Brasil nos anos 80: a conformação da reforma. In:_______. Distrito sanitário: o processo social de mudança das práticas sanitárias do SUS. São Paulo: Hucitec; 1994. p. 19-91.

Moysés SJ, Pucca Junior GA, Puludetto Junior M, Moura L. Avanços e desafios à Política de Vigilância à Saúde Bucal no Brasil. Rev Saúde Pública. 2013;47(Supl3):161-7. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-8910.2013047004329

Munhoz DEN. Trabalho interdisciplinar: realidade e utopia. Serv Social Soc. 1996;17(51):167-71.

Oliveira CM, Casanova AO. Vigilância da saúde no espaço de práticas da atenção básica. Ciênc Saúde Coletiva. 2009;14(3):929-36. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232009000300029

Oliveira CM, Cruz MM. Sistema de vigilância em saúde no Brasil: avanços e desafios. Saúde Debate. 2015;39(104):255-67. doi: http://dx.doi.org/10.1590/0103-110420151040385

Sá JLM, organizador. Serviço social e interdisciplinaridade: dos fundamentos filosóficos à prática interdisciplinar no ensino, pesquisa e extensão. 2. ed. São Paulo: Cortez; 1995.

São Paulo. Secretaria de Estado da Saúde. Direitos do paciente. São Paulo: Imprensa Oficial; 1997.

Sheiham A, Watt RG. The common risk factor approach: a rational basis for promoting oral health. Community Dent Oral Epidemiol. 2000;28(6):399-406. doi: http://dx.doi.org/1010.1034/j.1600-0528.2000.028006399.x

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Políticas de Saúde e Reabilitação (HRB4039) (clique para fechar)

PUBLIC HEALTH POLITICS AND REHABILITATION (more)

Purposes: The discipline aims to study deeply and update the knowledge about rehabilitation policies and the health of impaired people, focusing especially on the importance of the team work and humanization of the procedures. It intends to develop a critical view on the student regarding the subject and promote, through discussion, the search for strategies that can contribute for the implementation of new local, regional and national politics for treating patients with oral clefts and associated anomalies.

Background: The lack of efficient politics for the total rehabilitation of craniofacial anomalies carriers shows the necessity of a deep reflection about the nowadays reality that will take to proposition of solutions. The discussion with specialists about the subject is fundamental to give the student tools to not only act and interfere on the day by day practice, but also act and interfere in social programs and projects of bigger amplitude.

Contents:
The health policy in Brazil

   – Historical Aspects.
   – The Single Health System: principles and guidelines.
   – Management models on the Single Health System.
   – Models of health care.
   – Social Control: Health Conferences and Counsels. The patient’s rights.
   – Epidemiology and information systems.
   – The humanization policies.
The deficiency and the process of rehabilitation.
   – Concept, purposes and principles.
   – Rehabilitation team: multi, inter and trans- disciplinary.
   – The national policy of the deficient person integration.
   – From the integration to the social inclusion.
The day by day of the health and rehabilitation professional: practical and theoretical relation.
   – Presentation of practical experience and institutional visits. 

PUBLIC HEALTH POLITICS AND REHABILITATION (close)

 

Preparação Pedagógica (HRB4029) (ver mais)

DOCENTE RESPONSÁVEL: Maria de Lourdes Merighi Tabaquim 

NÚMERO DE CRÉDITOS: 2

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 4h 3h 2 semanas 30h

OBJETIVOS:

Proporcionar uma visão geral dos procedimentos didáticos na história da educação. Analisar criticamente questões relacionadas à Universidade e ao Ensino Superior. Analisar os principais recursos didáticos da atualidade e suas aplicações na área da saúde. Contribuir para o desenvolvimento das habilidades de docência.

JUSTIFICATIVA:

A Pós-Graduação stricto sensu tem entre seus objetivos a formação de docentes para o ensino superior e, assim sendo, é indispensável a atualização, a discussão e a reflexão sobre práticas de ensino para que se possa preparar professores altamente capacitados para o exercício de sua função, alicerçados nas novas tecnologias em educação.

CONTEÚDO:

– A Universidade atual.
– A função docente.
– A relação professor-aluno.
– O projeto pedagógico institucional.
– Cursos, disciplinas e seus programas.
– Processos de planejamento, metodológicos e avaliativos.
– Novas tecnologias em educação: a multimídia nas práticas de ensino

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Alencastro IP. Educação básica e educação superior. Campinas: Papirus; 2004.

Anastasiou LGC, Pimenta SG. Docência no ensino superior. São Paulo: Cortez; 2005.

Franco A. Metodologia de ensino: didática. Belo Horizonte: Lê; 2005.

Freire LIF, Fernandez C. O professor universitário novato: tensões, dilemas e aprendizados no início da carreira docente. Ciênc.Educ. 2015;21(1):255-72. doi: http://dx.doi.org/10.1590/1516-731320150010016

Freitas LC. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas: Papirus; 2001.

Giometti, IC; Aranha, ARA; Ikeshoji, EB. O trabalho docente no ensino superior: desafios frente à geração Y. Colloq Humanar. 2015;12(1):170-92.

Libâneo JC. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez; 2003.

Mizukami MGN. Formação de professores: práticas pedagógicas e escola. São Paulo: FAI, Universidade Federal de São Carlos; 2005

Parra N. Caminhos do ensino. São Paulo: Pioneira; 2002.

Pimenta SG. De professores, pesquisa e didática. Campinas: Papirus; 2003.

Valente N. Didática: aprendizagem e recursos audiovisuais. São Paulo: Panorama do Saber; 2001.

Veiga IPA. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus; 2003.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Preparação Pedagógica (HRB4029) (clique para fechar)

PEDAGOGICAL PREPARATION (more)

Objective:
– Provide an overview of the didactic procedures in history of education.

– Critically analyze issues related to the University and Higher Education.
– Analyze the key features of current teaching and its applications in health care.
– Contribute to the development of teaching skills.

Background: The post-graduate study has among its objectives the training of teachers for higher education and, therefore, it is essential the updating, discussion and reflection on teaching practices so that they can prepare highly qualified teachers for the exercise of its function, rooted in new Technologies in education.

Contents:
– The university today.

– The teaching function.
– The teacher student relationship.
– The Institutional Pedagogical Project.
– Courses, disciplines and programs.
– Methodological and evaluative planning processes.
– New Technologies in education: multimidia in teaching practices.

PEDAGOGICAL PREPARATION (close)

 

Reabilitação Multidisciplinar das Fissuras Orofaciais (HRB4071) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Maria Inês Pegoraro-Krook / Daniela Gamba Garib Carreira

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 4h 3h 3 semanas 45h

OBJETIVOS:

Estudar, de forma ampla, os princípios do tratamento das fissuras orofaciais: o diagnóstico, as etapas e os procedimentos cirúrgico-terapêuticos. Comparar condutas preconizadas por centros de referência mundial. Analisar criticamente a metodologia de aferição e acompanhamento de resultados. Estimular e colaborar para o desenvolvimento de estudos nessa direção.

JUSTIFICATIVA:

O desenvolvimento de pesquisas conduzidas em bases científicas, que resultem em melhoria do tratamento oferecido a indivíduos com fissuras orofaciais, é reconhecido como de fundamental importância pela comunidade internacional. Promover a discussão de estratégias e condutas, a partir das recomendações da Organização Mundial de Saúde, é o objetivo central da disciplina, que pressupõe a participação de convidados especialistas.

CONTEÚDO:

Princípios gerais do tratamento das fissuras orofaciais: abordagem multidisciplinar e interdisciplinar, as cirurgias primárias e secundárias, procedimentos complementares: o papel das diferentes especialidades, complicações e sequelas.
Estratégias para o aumento da eficácia do tratamento: a reabilitação baseada em evidências: a identificação e a disseminação de intervenções bem sucedidas, a organização e qualidade dos serviços: redução de custos e o desenvolvimento de métodos de acompanhamento do tratamento oferecido, o acesso ao tratamento: as estratégias para maximizar o acesso de indivíduos afetados a tratamentos de qualidade, análise de projetos de colaboração mútua nacionais e internacionais em anomalias craniofaciais.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Abbott MM, Meara JG. Nasoalveolar molding in cleft care: is it efficacious? Plast Reconstr Surg. 2012 Sep;130(3):659-66.

Brattstrom V, Molsted K, Prahl-Andersen B, Semb G, Shaw WC. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate. Craniofacial form and nasolabial appearance. Cleft Palate Craniofac J 2005; 42(1):69-77.

Capelozza Filho L, Silva Filho OG. Abordagem interdisciplinar no tratamento das fissuras labiopalatais. In: Mélega JC, editor. Cirurgia plástica: fundamentos e arte, cirurgia reparadora da cabeça e pescoço. Rio de Janeiro: Medsi; 2002. p.59-88.

Daskalogiannakis J et al. The Americleft study: an inter-center study of treatment outcomes for patients with unilateral cleft lip and palate part 3. Analysis of craniofacial form. Cleft Palate Craniofac J. 2011 May;48(3):252-8.

Freitas JAS, Neves LT, Almeida ALPF, Garib DG, Trindade-Suedam IK, Yaedú RYF, Lauris RCMC, Soares S, Oliveira TM, Pinto JHN. Rehabilitative treatment of cleft lip and palate: experience of the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies/USP (HRAC/USP) – part 1: overall aspects. J Appl Oral Sci. 2012;20(1):9-15.

Hathaway R et al. The Americleft study: an inter-center study of treatment outcomes for patients with unilateral cleft lip and palate part 2. Dental arch relationships.Cleft Palate Craniofac J. 2011 May;48(3):244-51.

Landheer JA, Breugem CC, van der Molen AB. Fistula incidence and predictors of fistula occurrence after cleft palate repair: two-stage closure versus one-stage closure. Cleft Palate Craniofac J. 2010 Nov;47(6):623-30.

Liao YF, Cole TJ, Mars M. Hard palate repair timing and facial growth in unilateral cleft lip and palate: a longitudinal study. Cleft Palate Craniofac J. 2006 Sep;43(5):547-56.

Long RE Jr et al. The Americleft study: an inter-center study of treatment outcomes for patients with unilateral cleft lip and palate part 1. Principles and study design. Cleft Palate Craniofac J. 2011 May;48(3):239-43. Gundlach KK, Bardach J, Filippow D, Stahl-de Castrillon F, Lenz JH. Two-stage palatoplasty, is it still a valuable treatment protocol for patients with a cleft of lip, alveolus, and palate? J Craniomaxillofac Surg. 2013 Jan;41(1):62-70.

Mercado A et al. The Americleft study: an inter-center study of treatment outcomes for patients with unilateral cleft lip and palate part 4. Nasolabial aesthetics. Cleft Palate Craniofac J. 2011 May;48(3):259-64.

Molsted K, Brattstrom V, Prahl-Andersen B, Shaw WC, Semb G. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate. Dental arch relationships. Cleft Palate Craniofac J 2005; 42(1):78-82.

Murthy J, Sendhilnathan S, Hussain SA. Speech outcome following late primary palate repair. Cleft Palate Craniofac J. 2010 Mar;47(2):156-61.

Russell K et al. The Americleft study: an inter-center study of treatment outcomes for patients with unilateral cleft lip and palate part 5. General discussion and conclusions. Cleft Palate Craniofac J. 2011 May;48(3):265-70.

Semb G, Brattstrom V, Molsted K, Prahl-Andersen B, Shaw WC. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate. Introduction and treatment experience. Cleft Palate Craniofac J 2005; 42(1):64-8.

Semb G, Brattstrom V, Molsted K, Prahl-Andersen B, Zuurbier P, Rumsey N, Shaw WC. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate. Relationship among treatment outcome, patient/parent satisfaction, and the burden of care. Cleft Palate Craniofac J 2005; 42(1):83-92.

Shaw WC, Brattström V, Mølsted K, Prahl-Andersen B, Roberts CT, Semb G. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate. Discussion and conclusions. Cleft Palate Craniofac J 2005; 42(1): 93-8.

Shaw WC, Semb G. Princípios e estratégias da reabilitação: recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). In: Trindade IEK, Silva Filho OG (coord.). Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos, 2007. p. 1-16.

Silva MLN, Silva Filho OG, Freitas JAS. Abordagem interdisciplinar no tratamento das fissuras labiopalatinas. In: Campos CAH, Costa HOO, editor. Tratado de otorrinolaringologia. São Paulo: Roca; 2003. p. 534-66.

Trindade IEK. Scientific research and Latin America: experiences of collaborative projects on craniofacial anomalies. Cleft Palate Craniofac J 2006; 43(6):722-5.

Willadsen E.Influence of timing of hard palate repair in a two-stage procedure on early language development in Danish children with cleft palate. Cleft Palate Craniofac J. 2012 Sep;49(5):574-95.

Williams WN et al. Prospective clinical trial comparing outcome measures between Furlow and von Langenbeck Palatoplasties for UCLP.Ann Plast Surg. 2011 Feb;66(2):154-63.

World Health Organization. Addresing the global challenges of craniofacial anomalies. Geneva: report of a who meetings on international collaborative research on craniofacial anomalies. Geneva: Who Graphics; 2004.

World Health Organization. Global strategies to reduce the health-care burden of craniofacial anomalies:report of who meetings on international collaborative research on craniofacial anomalies. Geneva: Who Graphics; 2002.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Reabilitação Multidisciplinar das Fissuras Orofaciais (HRB4071) (clique para fechar)

Multidisciplinary Rehabilitation of Orofacial Clefts (HRB4081) (more)

 

RESPONSIBLE PROFESSORS:

Daniela Gamba Garib Carreira / Inge Elly Kiemle Trindade

CREDITS: 3

COURSE LOAD:

Theoretical
(per week)
Practical
(per week)
Studies
(per week)
Duration Total
8h 4h 3h 3 weeks 45h

OBJECTIVE:

The purpose of this discipline is to widely study the principles of the treatment of cleft lip and palate, incluiding the diagnosis, the steps of treatment and the therapeutic procedures. The objective is also to compare protocols of international centers of excelence; to critically analyze the methodology of evaluating the results; to stimulate and collaborate with the development of science in this field.

BACKGROUND:

The development of evidence-based studies which improves treatment of patients with cleft lip and palate is recognized as fundamental for the international community. The main objective of this discipline is promoting the discussion of strategies and procedures according to the Health World Organization.

CONTENTS:

General principles of treatment of cleft lip and palate: multidisciplinary and interdisciplinary approach; the reconstructive plastic surgeries; complemetary procedures; the role of different specialties; complications and sequelaes.
Strategies for improving treatment effectiveness: evidence-based rehabilitation; the identification and dissemination of well-succeded interventions; the organization and quality of the service; decreasing costs and the development of methods for longitudinal follow-ups; the acess to treatment; strategies for improving the acess to high quality treatment of affected individuals; analysis of projects for national and international collaborations in craniofacial anomalies.

BIBLIOGRAPHY: (more)

Bichara LM, Araújo RC, Flores-Mir C, Normando D. Impact of primary palatoplasty on the maxillomandibular sagittal relationship in patients with unilateral cleft lip and palate: a systematic review and meta-analysis. Int J Oral Maxillofac Surg. 2015;44(1):50-6. doi: http://dx.doi.org/1010.1016/j.ijom.2014.08.004

Brattström V, Mølsted K, Prahl-Andersen B, Semb G, Shaw WC. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate: part 2: craniofacial form and nasolabial appearance. Cleft Palate Craniofac J. 2005;42(1):69-77. doi: http://dx.doi.org/10.1597/02-119.2.1

Capelozza Filho L, Silva Filho OG. Abordagem interdisciplinar no tratamento das fissuras labiopalatais. In: Mélega JC, editor. Cirurgia plástica: fundamentos e arte, cirurgia reparadora da cabeça e pescoço. Rio de Janeiro: Medsi; 2002. p.59-88.

Mølsted K, Brattström V, Prahl-Andersen B, Shaw WC, Semb G. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate: part 3: dental arch relationships. Cleft Palate Craniofac J. 2005;42(1):78-82. doi: http://dx.doi.org/10.1597/02-119.3.1

Semb G, Brattström V, Mølsted K, Prahl-Andersen B, Shaw WC. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate: part 1: introduction and treatment experience. Cleft Palate Craniofac J. 2005;42(1):64-8. http://dx.doi.org/10.1597/02-119.1.1

Semb G, Brattström V, Mølsted K, Prahl-Andersen B, Zuurbier P, Rumsey N, Shaw WC. The Eurocleft study: intercenter study of treatment outcome in patients with complete cleft lip and palate: part 4: relationship among treatment outcome, patient/parent satisfaction, and the burden of care. Cleft Palate Craniofac J. 2005;42(1):83-92. doi: http://dx.doi.org/10.1597/02-119.4.1

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BIBLIOGRAPHY: (close)

Multidisciplinary Rehabilitation of Orofacial Clefts (HRB4081) (close)

 

Reabilitação Psicossocial nas Fissuras Orofaciais (HRB4092) (ver mais)

 

DOCENTE RESPONSÁVEL: Maria de Lourdes Merighi Tabaquim

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 4h 3h 3 semanas 45h

OBJETIVOS:

A disciplina visa desenvolver no aluno um visão crítica acerca dos aspectos psicossociais envolvidos na reabilitação das fissuras orofaciais. Visa analisar, de forma global e sob a perspectiva psicossocial, a pessoa portadora dessa deficiência em suas diferentes fases: nascimento, socialização, escolarização, adolescência e idade adulta, propiciando ao aluno a possibilidade de planejar e desenvolver ações tanto preventivas como de intervenção no contexto individual, familiar e social.

JUSTIFICATIVA:

O conhecimento das repercussões psicossociais das fissuras orofaciais é determinante para o planejamento e a execução bem sucedida de intervenções clinicas e, sob um ponto de vista mais abrangente, para a definição de condutas e políticas mais efetivas para a reabilitação dos portadores de deformidades do crânio e da face.

CONTEÚDO:

A família: conceituação, impacto e enfrentamento diante do nascimento de crianças com fissuras orofaciais.
Repercussões psicossociais nas diferentes fases do desenvolvimento de pessoas com fissuras orofaciais: a socialização, a escolarização, a adolescência e a idade adulta.
Estratégias para a viabilização do processo de reabilitação: a realidade brasileira e o direito à saúde.
Estratégias de prevenção e intervenção nas questões sociais relacionadas ao acesso ao tratamento e sua continuidade.
Rede nacional de apoio social, institucional e comunitária.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

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BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Aspectos Psicossociais da Reabilitação das Fissuras Orofaciais (HRB4092) (clique para fechar)

PSYCHOSOCIAL ASPECTS OF OROFACIAL CLEFT REHABILITATION (more)

Purposes: The discipline aims to develop the student a critical vision about the psychosocial aspects involved on the rehabilitation of oral facial clefts. It also aims to analyze in a global way and under a psychosocial vision, the person affected by this deficiency during its different phases: the birth, socialization, education, adolescence and adulthood, offering to the student a possibility to plan and develop actions related to prevention like the interaction on the individual context, familiar and socially.

Background: The knowledge about the psychosocial repercussion on oral facial clefts is determining to a well succeed planning and execution of clinical intervention and, regarding a further point of view, to the definition of conducts and politics more effective to the rehabilitation of people with craniofacial deformities.

Contents:
– The family: concept, impact and confrontment facing the birth of a child with oral facial clefts.

– Psychosocial repercussions on the different stages of development of the person with oral facial clefs: the socialization, the scholarity, the adolescence and the adulthood.
– Strategies to make viable the process of rehabilitation ­ the Brazilian reality and the right to health.
– Prevention and intervention strategies regarding the social issues related to the access to the treatment in the person’s community.
– National network for the social, institutional and communitarian support.

PSYCHOSOCIAL ASPECTS OF OROFACIAL CLEFT REHABILITATION (close)

 

Simulação Clínica: Conceitos e Aplicação na Formação e Aprimoramento de Profissionais (HRB4095) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Gerson Alves Pereira Júnior / Alessandra Mazzo / Cristiano Tonello

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
2h 2h 1h 9 semanas 45h

OBJETIVOS:

Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de: – Conceituar e refletir sobre aprendizagem significativa e simulação clínica; – Conhecer e identificar os diferentes níveis de complexidade da simulação clínica; – Conhecer, identificar e classificar a fidelidade dos recursos físicos e materiais utilizados em atividades simuladas; – Conhecer e identificar os recursos humanos necessários em atividades simuladas; – Conhecer, analisar e discutir o método (design da estratégia), para o uso da simulação clínica; – Analisar e discutir o uso da simulação clínica no ensino e no aperfeiçoamento de profissionais. – Analisar e discutir o uso de instrumentos de medida no ensino simulado. – Identificar e discutir as possibilidades de inserção curricular de atividades simuladas para ensino e avaliação. – Discutir a simulação interprofissional e sua utilização prática. – Discutir as possibilidades da simulação in situ e sua aplicabilidade. – Elaborar e desenvolver e vivencias atividades simuladas em diferentes níveis de complexidade e com o uso de distintos recursos e simuladores.

JUSTIFICATIVA:

A disciplina Simulação clínica Simulação Clínica: conceitos e aplicação na formação e aprimoramento de profissionais, tem como foco o uso da simulação clínica para a formação e o aprimoramento dos recursos humanos em saúde. A simulação é uma tentativa em imitar as peculiaridades de uma determinada situação real, almejando sua melhor compreensão e gestão. (NATIONAL LEAGUE FOR NURSING, 2013). Promove em ambiente seguro e controlado o desenvolvimento de aprendizagens significativas e demonstra eficácia na educação cognitiva e comportamental (HOADLEY, 2009). Atualmente, por questões de segurança, qualidade, ética, desenvolvimento de novas tecnologias e/ou constantes cenários práticos em mutação, tem sido considerada imprescindível na formação e no aprimoramento dos profissionais da saúde (NATIONAL LEAGUE FOR NURSING, 2013; Martins et al, 2014, Martins et al 2012; LEIGH, 2008). Na clínica ao longo dos tempos, esteve presente no processo de ensino-aprendizagem através do treino de habilidades de profissionais, todavia, nos dias atuais alia recursos de informática e cibernética e pode ser utilizada para o desenvolvimento de raciocínio clínico, tomada de decisão, trabalho em equipe, autoconfiança, satisfação, motivação entre outros atributos (Baptista et al, 2014; Martins et al 2014).

CONTEÚDO:

Aprendizagem significativa e simulação.
Complexidade da simulação.
Simuladores e dramatização.
Design da estratégia.
Recursos Físicos, Materiais e Humanos.
Inserção curricular de simulação.
Simulação interprofissional.
Simulação in situ.
Simulação clínica no ensino e no aprimoramento de profissionais.
Instrumentos de medida e avaliação utilizados no ensino simulado.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

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WÅNGGREN, K. et al. Teaching pelvic examination technique using professional patients: a controlled study evaluating students’ skills. Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica, v. 89, n. 10, p. 1298-303, 2010.

WAXMAN, K. T. The development of evidence-based clinical simulation scenarios: Guidelines for nurse educators. Journal of Nursing Education, v. 49, n. 1, p. 29-35, 2010.

WHEELER, C. A.; MCNELIS, A. M. Nursing student perceptions of a community-based home visit experienced by a roleplay simulation. Nursing Education Perspectives [Internet], v. 35, n. 4, p. 259-61, July-Aug. 2014. Disponível em: . Acesso em: 10 maio 2016.

WILLIAMS, B.; SONG, J. J. Y. Are simulated patients effective in facilitating development of clinical competence for healthcare students? A scoping review. Advances in Simulation, v. 1, n. 6, p. 3-9, 2016.

YAMAZAKI, S. C. Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel. 2008. Disponível em: . Acesso em: 20 jun. 2018.

ZAPKO, K. A. et al. Evaluating best educational practices, student satisfaction, and selfconfidence in simulation: a descriptive study. Nurse Education Today, v. 60, p. 28-34, 2018.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Simulação Clínica: Conceitos e Aplicação na Formação e Aprimoramento de Profissionais (HRB4095) (clique para fechar)

 

Telessaúde como Ferramenta de Ensino, Pesquisa e Assistência (HRB4077) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Chao Lung Wen  /  Wanderléia Quinhoneiro Blasca  /  Jeniffer de Cássia Rillo Dutka

NÚMERO DE CRÉDITOS: 1

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
4h 8h 3h 1 semanas 15h

OBJETIVOS:

Fornecer subsídios teóricos e práticos para a capacitação do aluno no uso de recursos ligados aos cuidados com a saúde realizados à distância, por meio de tecnologias de informação e de comunicação, visando a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dos distúrbios relacionados às anomalias craniofaciais.

JUSTIFICATIVA:

As inovações crescentes nos campos da tecnologia de informação e comunicação trouxeram um impacto substancial nas ações de cuidado à saúde. A expansão e modernização da infra-estrutura de comunicação do nosso país e a existência de incentivos governamentais vêm proporcionando o crescimento e solidificação de programas de telessaúde no Brasil e, provavelmente, uma mudança de paradigmas. Deste modo, é fundamental que os programas de formação de pesquisadores e docentes capacitem estes indivíduos para atender as necessidades deste novo cenário.

CONTEÚDO:

1. Introdução à Telemedicina e Telessaúde.
2. Ética em Telessaúde.
3. Segurança das informações eletrônicas.
4. Teleprática e telehomecare.
5. Treinamento em teleprática: aplicações sincrônicas e assíncronas.
6. Treinamento no uso do cyberambulatório para promoção de segunda opinião formativa baseada na internet.
7. Treinamento no uso de ferramentas para a disponibilização de casos clínicos na internet.
8. Iniciativas nacionais em Telessaúde: Rede Universitária de Telemedicina e Rede Telessaúde Brasil.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

American Speech-Language-Hearing Association (ASHA): Telepractice overview [homepage in the internet]. Rockville: American Speech-Language-Hearing Association; 2016. [cited 2016 may 16]. Available: http://www.asha.org/Practice-Portal/Professional-Issues/Telepractice/

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo – CREMESP. Manual princípios éticos para sites de medicina e saúde na internet [homepage na internet]. São Paulo: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo; 2016. [acesso 2016 maio 16]. Disponível: http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=PublicacoesConteudoSumario&id=26

Nuvem do Conhecimento em Saúde [homepage na internet]. São Paulo: Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo; 2016. [acesso 2016 maio 16]. Disponível: http://nuvemdoconhecimento.org.br/portal/

Portal Regional da BVS: Biblioteca Virtual em Saúde [homepage na internet]. São Paulo: Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde; 2016. [acesso 2016 maio 16]. Disponível: http://bvsalud.org/

RUTE: Rede Universitária de Telemedicina [homepage na internet]. Brasília: Rede Universitária de Telemedicina; 2016. [acesso 2016 maio 16]. Disponível: http://rute.rnp.br/

Universidade de São Paulo. Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais. Mestrado e doutorado [homepage na internet]. Bauru: Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo; 2016. [acesso 2017 abr 12]. Disponível: https://hrac.usp.br/

Wen CL, coordenador. Guia do Portal da saúde do futuro: telemedicina e telessaúde [homepage na internet]. São Paulo: Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo; 2016. [acesso 2016 maio 16]. Disponível: http://telemedicina.fm.usp.br/GUIA_Portal_Saude_Futuro.pdf

Wootton R, Graig J, Patterson V, editors. Introduction to telemedicine. 2th ed. London: Royal Society of Medicine Press; 2006.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Telessaúde como Ferramenta de Ensino, Pesquisa e Assistência (HRB4077) (clique para fechar)

TELEHEALTH AS A TOOL FOR EDUCATION, RESEARCH AND CARE (more)

Objective: To provide a theoretical and practical basis of telehealth practice, preparing students to use resources that allow health care providers to use information and communication’s technology to prevent, diagnose and treat disorders related to craniofacial anomalies.

Background: The growing field of information and communication’s technology (ICT) has a substantial impact on actions directed to health care.  The use of electronic information and telecommunications technologies in Brazil along with governmental funding and resources invested in this area fostered the development and improvement of Telehealth programs in the country, changing some paradigms in health care practice.  It is fundamental, therefore, to graduate programs to provide opportunities to students and faculty to experience the innovations seen in this new scenario of health care practice.

Contents:
– Introduction to Telemedicine and Telehealth;

– Ethics in Telehealth practice;
– Safety of electronic information;
– Telehomecare and Telepractice;
– Telepractice training: synchronous & asynchronous applications;
– Cyberambulatory sustem as basis for second opinion;
– Tool for presentation of clinical cases in internet;
– National telehealth initiatives: RUTE and Telehealth Brazil.

TELEHEALTH AS A TOOL FOR EDUCATION, RESEARCH AND CARE (close)

 

Tratamento Intensivo e Interdisciplinar na Reabilitação Funcional das Anomalias Craniofaciais (HRB4091) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Maria Inês Pegoraro-Krook  /  Jeniffer de Cássia Rillo Dutka  /  Maria de Lourdes Merighi Tabaquim

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
15h 3 semanas 45h

OBJETIVOS:

Esta disciplina teórico-prática propõe preparar o pós-graduando para o gerenciamento interdisciplinar e integrado dos distúrbios funcionais (alimentação, fala, audição, linguagem, aprendizagem) relacionados à presença de síndromes e anomalias craniofaciais incluindo a fissura labiopalatina e disfunção velofaríngea congênita.

JUSTIFICATIVA:

A promoção da saúde assim como a prevenção, o diagnóstico e a intervenção nos distúrbios da communicação, alimentação e aprendizagem em pacientes com síndromes e anomalias relacionadas é mais eficiente e eficaz quando envolve interdisciplinaridade entre a fonoaudiologia e demais as áreas da saúde incluindo cirurgia plástica, otorrinolaringologia, pediatria, genética, nutrição, enfermagem, odontologia, psicologia, serviço social, terapia ocupacional, fisiologia, fisioterapia e educação. Para que as intervenções tenham impacto positivo e custo-benefício otimizados é importante um entendimento teórico-prático e um treinamento especializado do profissional da saúde. Esta disciplina se propõe a fornecer ao aluno conhecimentos aprofundados sobre os processos típicos e atípicos da alimentação, fala e aprendizagem com ênfase nos desvios funcionais e suas relações com aspectos do desenvolvimento cognitivo e psicossocial, envolvidos na comunicação e aprendizagem humana. Para alunos envolvidos em atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas para o gerenciamento dos Distúrbios da Communicação, Alimentação e Aprendizagem, a disciplina oferece uma oportunidade de vivência clínica com atuação em equipe interdisciplinar na área de concentração Fissuras Orofaciais e Anomalias Relacionadas.

CONTEÚDO:

Atuação junto a equipe de caso novo do HRAC visando promoção da saúde e prevenção dos distúrbios da alimentação, audição, fala, linguagem e aprendizagem;
Gerenciamento dos distúrbios da alimentação, comunicação e aprendizagem numa abordagem enfocando a integralidade do tratamento e envolvendo a interdisciplinaridade entre as áreas envolvidas nos processos de diagnóstico e tratamento de síndromes e anomalias craniofaciais incluindo a fissura labiopalatina e disfunção velofaríngea congênita.
Aplicação de modelos de intervenção fonoaudiólogia e psicológica nos processos desviantes de aquisição e desenvolvimento de fala e da aprendizagem;
Uso da telessaúde, com foco na teleducação e teleassistência, como ferramentas para integrar serviços de alta complexidade com as ações em atenção básica;
Estudo e aplicação de protocolos de documentação de resultados do gerenciamento síndromes e anomalias craniofaciais incluindo a fissura labiopalatina e disfunção velofaríngea congênita;
Estudo dos mecanismos de ajustamento cognitivo e psicossocial, decorrentes das dificuldades comunicativas que afetam a inteligibilidade da fala.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Amarilla-Filho P. Educação a distância: uma abordagem metodológica e didática a partir dos ambientes virtuais. Educação em Revista. 2011; vol. 27, No 2, pp. 41-72.
ASHA. American Speech-Language-Hearing Association. Audiologists providing clinical services via telepractice: technical report. 2005, [Acesso em: 20 out. 2014]. Disponível em: http://www.asha.org/docs/html/TR2005-00152.html.
Brent R. Collett, Yona Keich Cloonan, Matthew L. Speltz, Marlene Anderka, Martha M. Werler, (2012) Psychosocial Functioning in Children With and Without Orofacial Clefts and Their Parents. The Cleft Palate-Craniofacial Journal: July 2012, Vol. 49, No. 4, pp. 397-405.
Bzoch KR. Communicative disorders related to cleft lip and palate. Austin: Pro-ed, 2004.
Di Ninno, CQMS, Jesus, MSV. Abordagem fonoaudiológica atual nas fissuras labiopalatinas. São Paulo: Roca, 2009.
Dutka JCR, Uemeoka E, Aferrri HC, Pegoraro-Krook MI, Marino VC. Total obturation of velopharynx for treatement of velopharyngeal hypodynamism: case report. Cleft Palate Craniofac j, Lawrence, v.49, n.4, supl. 1, Part 3, p.488-493, Jul., 2012.
Ferro, MR; Abramides, DVM; Veronez, FS; Tavano, LD; Souza, SRB; De-Vitto, LPM; Costa, AR. Habilidades Sociais em pacientes com síndrome velocardiofacial. Arq Ciênc Saúde, out/dez;15(4):157-62. 2008.
Golding-Kushner KJ. Therapy techniques for cleft palate speech and related disorders. San Diego: Singular Thompson Learning, 2001.
Hanayama EM. Distúrbios da comunicação nos pacientes com sequela de fissura labiopalatina. Rev Bras Cir Craniomaxilofac, São Paulo, v.12, n.3, p.118-124, 2009.
Henningsson, G., Kuehn, D. P., Sell, D., Sweeney, T., Trost-Cardamone, J. E., & Whitehill, T. L. (2008). Universal parameters for reporting speech outcomes in individuals with cleft palate. Cleft Palate Craniofac J, 45(1), 1-17, 2008.
Jesus, MSV, Penido, FA, Valente, P. Avaliações Fonoaudiológicas Clínica e Instrumental em indivíduos com Fissura Labiopalatina. In: Di Ninno, CQMS, Jesus, MSV. Fissura Labiopalatina: Fundamentos para a Prática Fonoaudiológica. São Paulo: Roca, 2009.
Kummer AW. Cleft Palate and Craniofacial Anomalies: Effects on Speech and Resonance. (Second edition ed.): 2008. Clifton Park, NY, US, Thomson Delmar Learning.
Marino VC, Dutka JCR, Pegoraro-Krook MI. Articulação compensatória associada à fissura de palato ou disfunção velofaríngea: revisão de literatura. Rev CEFAC, São Paulo, v.14, n.3, p.528-543, May/June, 2012.
McGrattan K, Ellis C. Team-Oriented Care for Orofacial Clefts: A Review of the Literature. The Cleft Palate-Craniofacial Journal: January 2013, Vol. 50, No. 1, pp. 13-18, 2013.
Pegoraro-Krook MI, Dutka-Souza JCR, Telles-Magalhães LC, Feniman MR. Intervenção fonoaudiológica na fissura palatina. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO, organizadoras. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2010.
Pegoraro-Krook MI. Dutka JCR, Marino VC. Nasoendoscopy of velopharynx before and during diagnostic therapy. J Appl Oral Sci, Bauru, v.16, n.3, p.181-188, May/June, 2008.
Pegoraro-Krook, MI, Aferri, HC, Uemeoka, E. Prótese de Palato e Obturadores Faríngeos. In: Camila Queiroz de Moraes da Silveira Di Ninno e Marisa Viana Jesus. (Org.). Fissura Palatina: Fundamento para a prática fonoaudiológica. 1 ed. Belo Horizonte – MG: Roca, 2009, v. 1, p. 113-124.
Pegoraro-Krook, MI. Feniman, MR, Fukushiro, AP, Dutka, JCR. Tratamento em Fissura Labiopalatina: Audição e Fala. In: Berretin-felix, G; Alvarenga, KF;Caldana, ML; Sant’Ana, NC; Santos, MJD; Santos, PRJ, Organizadoras. (RE) Habilitação Fonoaudiológica: Avaliação e Eficácia. Pulso editorial: São Paulo, 2009. P.276-287.
Peterson-Falzone, S.J.; Trost-Cardamone, J.E.; Karnell, M.P.; Hardin-Jones, M.A. (ed) Effects of cleft and non-cleft VPI on speech in older children. In: The clinician’s guide to treating cleft palate speech. Mosby 2006.
Roberts RM, Mathias J.L. (2012) Psychosocial Functioning in Adults With Congenital Craniofacial Conditions. The Cleft Palate-Craniofacial Journal: May 2012, Vol. 49, No. 3, pp. 276-285.
Tabaquim, MLM; Joaquim, RM Neuropsychological Assessment of children with cleft lip and palate. Arch Health Invest, 2013; 2(5):59-67.
Tabaquim, MLM. Avaliação Neuropsicológica da criança com hemiparesia congênita. Arquivos de Neuropsiquiatria (Supl 1) v.59, set/2001, p.116-117.
Tabaquim, MLM. Avaliação Neuropsicológica: estudo comparativo de crianças com paralisia cerebral hemiparética e distúrbios de aprendizagem. Tese de Doutorado. FCM/Unicamp, 2002.
Tabaquim, MLM. Validação do Exame Neuropsicológico e análise das funções corticais superiores em crianças do ensino fundamental. Tese de Pós-Doutorado. FCM/Unicamp. 2008. p.313.
Tabaquim, MLM, Ciasca, SM. Avaliação Neuropsicológica em crianças portadoras de Paralisia Cerebral Hemiparética Congênita – um estudo preliminar. Temas sobre desenvolvimento, vol.10, n.57, jul-ago, 2001.
Trindade IEK, Silva Filho OG. editores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Santos, 2007.
Whitaker ME, Aferrri HC, Dutka JCR, Pegoraro-Krook MI. Confecção e utilização da Prótese de Palato em terapia. In:, Maximino LP, Jacob-Corteletti LCB, Bueno MRS, Corrêa CC, Berretin-Felix G. (Org.). Intervenção em fonoaudiologia: comunicação sem limites. São José dos Campos: Pulso, 2013. p.87-98.
Yona K. Cloonan, Brent Collett, Matthew L. Speltz, Marlene Anderka, and Martha M. Werler (2013) Psychosocial Outcomes in Children With and Without Non-Syndromic Craniosynostosis: Findings From Two Studies. The Cleft Palate-Craniofacial Journal: July 2013.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Tratamento Intensivo e Interdisciplinar na Reabilitação Funcional das Anomalias Craniofaciais (HRB4091) (clique para fechar)

INTENSIVE TREATMENT AND INTERDISCIPLINARY FUNCTIONAL REHABILITATION OF CRANIOFACIAL ANOMALIES (more)

Objective: This theoretical and practical course has the objective of preparing students for interdisciplinary and integrated management of functional disorders (feeding, speech, hearing, language, and learning) related to the presence of syndromes and craniofacial anomalies including cleft lip and palate and congenital velopharyngeal dysfunction.

Background: Health promotion and prevention, as well as management of communication, feeding and learning disorders in patients with syndromes and related anomalies is more efficient and effective within an interdisciplinary approach integrating professionals in the communication disorders fields with other healthcare areas such as plastic surgery, ENT, pediatrics, genetics, nutrition, nursing, dentistry, psychology, social work, occupational therapy, physiology, physical therapy and education. 
For intervention to have a positive impact in the care of patients along with an optimized cost-benefit of the healthcare rendered, understandings of the theoretical and practical aspects of management as well as specialized training are needed.  This course will provide students with thorough knowledge of typical and atypical feeding, speech and learning processes with emphasis on functional deviations while considering the relationship of these functions with cognitive and psychosocial development while involved in human communication and learning.
For students preparing for teaching, research and outreach activities focused on the management of communication, feeding and learning disorders, this course offers the opportunity for a clinical experience along with an interdisciplinary team with expertise in the area od Orofacial Clefts and Related Anomalies.

Syllabus:
– Follow-up the first Craniofacial Center visit (equipe de caso novo do HRAC ) performing activities guided towards health care promotion and prevention of feeding, speech, language,  hearing and learning disorders;

– Integral management of feeding, communication and learning disorders, with an interdisciplinary approach involving all healthcare areas needed for adequate diagnosis and treatment syndromes and craniofacial anomalies including cleft lip and palate and congenital velopharyngeal dysfunction;
– Application speech and psychological intervention models in deviant processes of acquisition and development of speech and learning abilities;
– Use of telehealth, focusing on tele-education and tele-assistance, as tools for integrating the highly complex services offered at Craniofacial Center with the services provided in the community;
– Study and application of protocols for systematic documentation of treatment outcome during management of syndromes and craniofacial anomalies including cleft lip and palate and congenital velopharyngeal dysfunction;
– Study of mechanisms for cognitive and psychosocial adjustments to conditions involving communication disorders that affect speech intelligibility.

INTENSIVE TREATMENT AND INTERDISCIPLINARY FUNCTIONAL REHABILITATION OF CRANIOFACIAL ANOMALIES (close)

 

Vias Aéreas Superiores nas Fissuras Orofaciais (HRB4045) (ver mais)

 

DOCENTES RESPONSÁVEIS:

Ana Paula Fukushiro  /  Inge Elly Kiemle Trindade

NÚMERO DE CRÉDITOS: 3

CARGA HORÁRIA:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração Total
8h 4h 3h 3 semanas 45h

OBJETIVOS:

Analisar criticamente o impacto das fissuras orofaciais sobre funções associadas às vias aéreas superiores, particularmente, a respiração e a fala, e, os efeitos das cirurgias corretoras primárias e secundárias. Apresentar e discutir os avanços no diagnóstico instrumental dos distúrbios associados às fissuras orofaciais.

JUSTIFICATIVA:

As fissuras orofaciais estão associadas à diferentes distúrbios funcionais, que incluem os de respiração e fala, de modo que seu estudo é de fundamental importância para a formação dos alunos do programa. Além disso, os pacientes são submetidos a tratamentos cirúrgicos que levam à reabilitação do ponto de vista estético, mas que podem comprometer aquelas funções, de modo que se torna relevante analisar os benefícios e prejuízos associados às diferentes modalidades de tratamento.

CONTEÚDO:

Anatomia funcional das vias aéreas.
As vias aéreas superiores na respiração e na fala.
A respiração e a fala nas fissuras orofaciais: a obstrução nasal, a disfunção velofaríngea, a apnéia obstrutiva do sono, as deformidades dento-esqueléticas, a seqüência de Robin.
Métodos instrumentais de avaliação funcional das vias aéreas superiores: nasoendoscopia, videofluoroscopia, rinomanometria, técnica fluxo-pressão, rinometria acústica, nasometria e tomografia computadorizada de feixe cônico.

BIBLIOGRAFIA: (ver mais)

Bertier CE, Trindade IEK. Deformidades nasais: avaliação e tratamento cirúrgico. In: Trindade IEK, Silva Filho OG, coordenadores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos; 2007. p.87-107.

Campos LD, Trindade-Suedam IK, Sampaio-Teixeira AC, Yamashita RP, Lauris JR, Lorenzi-Filho G,Trindade IE. Obstructive Sleep apnea following pharyngeal flap surgery for velopharyngeal insufficiency: a prospective polysomnographic and aerodynamic study in middle-aged adults. Cleft Palate Craniofac J. 2016;53(3):e53-9. doi: https://doi.org/10.1597/14-152

Cheung T, Oberoi S. Three dimensional assessment of the pharyngeal airway in individuals with non-syndromic cleft lip and palate. PLoS One. 2012;7(8):e43405. doi: https://doi.org/10.1371/journal.pone.0043405

Cole P. The respiratory role of the upper airways: a selective clinical and pathophysiological review. Saint Louis: Mosby; 1992.

Fukushiro AP, Trindade IEK. Nasal airway dimensions of adults with cleft lip and palate: differences among cleft types. Cleft Palate Craniofac J. 2005;42(4):396-402.

Genaro KF, Yamashita RP, Trindade IEK. Avaliação clínica e instrumental na fissura labiopalatina. In: Ferreira LP, Belfi-Lopes DM, Limongi SCO, organizadores. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p.456-77.

Hernández-Alfaro F, Guijarro-Martínez R, Mareque-Bueno J. Effect of mono and bimaxillary advancement on pharyngeal airway volume: cone-beam computed tomography evaluation. J Oral Maxillofac Surg. 2011;69(11):e395-400. doi: https://doi.org/10.1016/j.joms.2011.02.138

Lee Y, Chun YS, Kang N, Kim M. Volumetric changes in the upper airway after bimaxillary surgery for skeletal class III malocclusions: a case series study using 3-dimensional cone-beam computed tomography. J Oral Maxillofac Surg. 2012;70(12):2867-75. doi: https://doi.org/10.1016/j.joms.2012.03.007

Lee JY, Kim YI, Hwang DS, Park SB. Effect of maxillary setback movement on upper airway in patients with class III skeletal deformities: cone beam computed tomographic evaluation. J Craniofac Surg. 2013;24(2):387-91. doi: https://doi.org/10.1097/SCS.0b013e31827fef0f

Marques IL, Thomé S, Peres SPBA. Aspectos pediátricos. In: Trindade IEk, Silva Filho OG, coordenadores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos; 2007. p.51-71.

Sousa TV, Marques IL, Carneiro AF, Bettiol H, Feitas JAS. Nasopharyngoscopy in Robin sequence clinical and predictive value. Cleft Palate Craniofac J. 2003;40(6):618-23.

Trindade IEK, Bertier CE, Sampaio-Teixeira ACM. Objective assessment of internal nasal dimensions and speech resonance in individuals with repaired unilateral cleft lip and palate after rhinoseptoplasty. J Craniofac Surg. 2009,20(2):308-14. doi: https://doi.org/10.1097/SCS.0b013e3181992287

Trindade IEK, Yamashita RP, Gonçalves CGAB. Diagnóstico instrumental da disfunção velofaríngea. In: Trindade IEK, Silva Filho OG, coordernadores. Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos; 2007. p.123-43.

Trindade IE, Yamashita RP, Suguimoto RM, Mazzottini R, Trindade Junior AS. Effects of orthognathic surgery on speech and breathing of subjects with cleft lip and palate: acoustic and aerodynamic assessment. Cleft Palate Craniofac J 2003; 40(1):54-64.

Trindade IEK, Genaro KF, Yamashita RP, Miguel HC, Fukushiro AP. A proposal for velopharyngeal function rating on a speech perceptual assessment. Pró-Fono. 2005;17(2):259-62. doi: https://doi.org/10.1590/S0104-56872005000200015

Trindade-Suedam IK, Lima TF, Campos LD, Yaedú RY, Nary Filho H, Trindade IEK. Tomographic pharyngeal dimensions in individuals with unilateral cleft lip/palate and class iii malocclusion are reduced when compared with controls. Cleft Palate Caniofac J. 2016. [ahead of print]

Trindade-Suedam IK, Castilho RL, Sampaio-Teixeira AC, Araújo BM, Fukushiro AP, Campos LD, Trindade IE. Rapid maxillary expansion increases internal nasal dimensions of children with bilateral cleft lip and palate. Cleft Palate Craniofac J. 2016;53(3):272-7. doi: https://doi.org/10.1597/14-244

Warren DW. Aerodynamics of speech. In: Lass NJ. Speech, language and hearing. Philadelphia: W.B. Saunders; 1992. p.219-245.

Warren DW, Drake AF. Cleft nose: form and function. Clin Plast Surg. 1993;20(4):769-79.

Yamashita RP, Trindade IEK. Long-term effects of pharyngeal flaps on the upper airways of subjects with velopharyngeal insufficiency. Cleft Palate Craniofac J. 2008;45(4):364-70.

BIBLIOGRAFIA: (clique para fechar)

Vias Aéreas Superiores nas Fissuras Orofaciais (HRB4045) (clique para fechar)