Live aborda psicologia para crianças com fissura labiopalatina

Psicóloga do HRAC-USP responde perguntas de pais e pacientes em live; iniciativa integra série de vídeos da ONG Smile Train          

No dia 13 de agosto, a doutora Mariani Ribas, chefe técnica da Seção de Psicologia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP em Bauru, participou de uma live sobre psicologia para crianças com fissura labiopalatina (vídeo disponível aqui).

Nesse momento, com consultas e cirurgias eletivas adiadas, muitas dúvidas surgem sobre o tratamento da fissura labiopalatina. Pensando nisso, a Smile Train – maior organização filantrópica de fissura labiopalatina do mundo, com atuação em mais de 90 países – criou uma série de vídeos para responder a perguntas frequentes, relacionadas à fissura.

Intitulada “Pergunte ao especialista”, a série é composta de lives com membros de centros parceiros da Smile Train, nas quais os pais podem compartilhar suas preocupações ou questionamentos diretamente com um profissional da área, em sua própria casa, e receber uma resposta em tempo real. As lives são transmitidas no Instagram da Smile Train Brasil (@smiletrainbrasil).

A série já abordou também temas como cirurgias, nutrição e fonoaudiologia no tratamento da fissura labiopalatina. Dois profissionais do HRAC-USP já participaram das lives: o cirurgião craniofacial Cristiano Tonello, chefe técnico do Departamento Hospitalar do HRAC-USP e professor do Curso de Medicina da Faculdade de Odontologia de Bauru/FOB-USP (vídeo disponível neste link); e o professor Nivaldo Alonso, chefe técnico da Seção de Cirurgia Craniofacial do HRAC-USP, docente da Disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina (FMUSP) e membro do Conselho Médico Consultivo da Smile Train (link do vídeo). A série completa está disponível no YouTube da Smile Train Brasil (assista aqui).

Atendimento de bebê com fissura no HRAC-USP. Foto: Adauto Nascimento / Acervo HRAC-USP

Fissura e reabilitação
Malformação caracterizada pela abertura na região do lábio e/ou palato que incide em uma a cada 650 crianças nascidas, a fissura labiopalatina traz implicações como dificuldade na alimentação, alterações na arcada dentária e na mordida, comprometimento do crescimento facial e do desenvolvimento da fala e audição.

O tratamento envolve a atuação de equipe interdisciplinar, das áreas de cirurgia plástica, odontologia, fonoaudiologia, entre outras especialidades, todas indispensáveis à reabilitação, e engloba aspectos funcionais, estéticos e psicossociais.

Fundado em 1967, o HRAC-USP é pioneiro em suas áreas de atuação e referência nacional e internacional no tratamento e pesquisa das anomalias craniofaciais congênitas, síndromes associadas e deficiências auditivas, com assistência disponibilizada via Sistema Único de Saúde (SUS).