Aprimoramento e Práticas Profissionalizantes

Desde 1990, o HRAC-USP forma profissionais para atuação pelo Brasil afora em áreas específicas como anomalias craniofaciais, síndromes e saúde auditiva. Todos os cursos oferecidos são gratuitos e reconhecidos pela USP e por órgãos oficiais. A instituição tem a preocupação de capacitar profissionais para atuarem nestas áreas tão específicas em serviços de outras partes do Brasil e até mesmo do exterior.

No HRAC, também são oferecidos cursos lato sensu nos seguintes programas: 
 

PRÁTICAS PROFISSIONALIZANTES (ver mais)

Implante Coclear e Prótese Auditivas Implantáveis (ver mais)

O HRAC é um centro de referência no tratamento das deficiências auditivas e anomalias craniofaciais, tendo sido pioneiro na realização das cirurgias de Implante Coclear Multicanal. É um hospital universitário de ensino, procurado por profissionais que desejam especialização e tornarem-se multiplicadores da aplicação das condutas e protocolos aqui adotados, nos quase 50 anos de pesquisas interdisciplinares.

O programa proposto visa promover a difusão do conhecimento sobre Próteses Auditivas Implantáveis e Implante Coclear, área em que há necessidade de ampliação do acesso a condições de formação de recursos humanos especializados.

NATUREZA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Prática Profissionalizante em Implante Coclear e Prótese Auditivas Implantáveis

PRÉ-REQUISITO: Médicos Otorrinolaringologistas

COORDENADOR: Dr. Rubens Vuono de Brito Neto

DURAÇÃO: 10 meses

VAGAS OFERECIDAS: 3

CARGA HORÁRIA TOTAL: 1.656 horas, sendo 1.484 horas de aulas e atividades práticas (ou de campo) e 172 horas de seminários clínicos.

OBJETIVO DA FORMAÇÃO: Capacitar o estagiário para o diagnóstico e as condutas com pacientes com deficiência auditiva por meio de Próteses Auditivas Implantáveis e Implante Coclear e mediante atuação prática nas rotinas de avaliação e intervenção da Seção de Implante Coclear, da Divisão de Saúde Auditiva e do Ambulatório do HRAC-USP.

PROGRAMA:

Seção de Implante Coclear; Centro Cirúrgico; Divisão de Saúde Auditiva; Ambulatório; Seminários clínicos do Programa de Residência em Otorrinolaringologia do HRAC-USP (ver mais)

ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS OBRIGATÓRIAS: de segunda a sexta-feira, das 08:00h às 12:00h e das 13:00h às 17:00h, totalizando 40h semanais, de acordo com escala definida pela Coordenação da Prática.

OBJETIVO: Capacitar o estagiário para o diagnóstico e as condutas com pacientes com deficiência auditiva por meio de Próteses Auditivas Implantáveis e Implante Coclear.

METODOLOGIA: Acompanhamento supervisionado de rotinas e procedimentos de avaliação e intervenção da Seção de Implante Coclear, da Divisão de Saúde Auditiva e do Ambulatório do HRAC-USP, participação em seminários clínicos e discussão de casos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

I – Atividades na Seção de Implante Coclear do HRAC-USP
Acompanhamento das atividades ambulatoriais.
Participação do Ambulatório de Otologia (orelhas mal-formadas) (5ªs.feiras, período da manhã).
Acompanhamento dos casos cirúrgicos (pré e pós-operatórios).

II – Atividades no Centro Cirúrgico do HRAC-USP
Acompanhamento das cirurgias de Implante Coclear e Próteses Auditivas Implantáveis.

III – Atividades na Divisão de Saúde Auditiva HRAC-USP
Ambulatório de diagnóstico diferencial em deficiência auditiva com Residentes de Otorrinolaringologia,
Participação dos procedimentos de Avaliação Otoneurológica e Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico.

IV – Atividades no Ambulatório do HRAC-USP
Ambulatório didático com presença de Residentes de Otorrinolaringologia.
Ambulatórios de ORL.

V – Seminários clínicos do Programa de Residência em Otorrinolaringologia do HRAC
Participação e colaboração nos Seminários semanais sobre os Temas:
Fisiologia da Audição
Fisiologia do sistema vestibular
Monitorização neurofisiológica intra-operatória
Radiologia do Osso Temporal
Eletrofisiologia do Nervo Facial
Malformação congênita da orelha
Trauma de Osso Temporal
Neoplasia da Orelha
Próteses auditivas implantáveis, Impante Coclear e ABI
Otospongiose
Paralisia facial

VI – Atividade prática em laboratório de dissecção de osso temporal
Treino de técnicas cirúrgicas de orelha média, mastóide e orelha interna no osso temporal e estruturas correlatas.

VII – Outras atividades relacionadas:
Participação e atendimento nos programas especiais organizados pelo HRAC.
Participação e colaboração em cursos e eventos científicos da área, por indicação da Coordenação.
Participação e atendimento na Clinica Integrada de Fonoaudiologia e no ambulatório de otorrinolaringologia da Clínica de Fonoaudiologia.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO: Participação e desempenho durante os atendimentos e atividades.

Seção de Implante Coclear; Centro Cirúrgico; Divisão de Saúde Auditiva; Ambulatório; Seminários clínicos do Programa de Residência em Otorrinolaringologia do HRAC-USP (clique para fechar)

Seminários Clínicos do Programa de Residência em Otorrinolaringologia do HRAC (ver mais)

Participação e colaboração nos Seminários semanais sobre os Temas:

Fisiologia da Audição
Fisiologia do sistema vestibular
Monitorização neurofisiológica intra-operatória
Radiologia do Osso Temporal
Eletrofisiologia do Nervo Facial
Malformação congênita da orelha
Trauma de Osso Temporal
Neoplasia da Orelha
Próteses auditivas implantáveis, Impante Coclear e ABI
Otospongiose
Paralisia facial

SISTEMA DE AVALIAÇÃO: Participação e desempenho durante os atendimentos e atividades.

Seminários Clínicos do Programa de Residência em Otorrinolaringologia do HRAC (clique para fechar)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (ver mais)

Barbara M, Manni V, Monini S.earing loss. Totally implantable middle ear device for rehabilitation of sensorineural hearing loss: preliminary experience with the Esteem, Envoy.Acta Otolaryngol. 2009 Apr;129(4):429-32.
Bento RF, Tsuji RK, Brito RV, Jurado PJ. Uso do BAHA na Reabilitação Auditiva de Pacientes com Atresia de Meato Acústico Externo. Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia 2008; 12(1).
Chen DA, Backous DD, Arriaga MA, Garvin R, Kobylek D, Littman T, Walgren S, Lura, D. Phase I clinical trial results of the envoy system: A totally implantable middle ear device for sensorineural hearing loss. Otolaryngology -Head and Neck Surgery 2004;131(6):904-916.
Colletti V., Soli S., Carner M., Colletti L., Treatment of mixed hearing losses via implantation of a vibratory transducer on the round window. Int. J. Aud. 2006 45:600-608.
Español CC, Perez CM, Macias AR. Mecanismo de funcionamiento de los implantes de oído médio. Acta Otorrinolaringol Esp 2008, Supl 1, 7-9.
Joore MA, Van DSH, Peters HJ, Boas GM, Anteunis LJ. The cost-effectivenessof hearing aid fitting in the Netherland. Archives of Otoryngology – Head andNeck Surgery. 2003;129(3): 297-304.
Lefebvre PP, Martin C, Dubreuil C, Decat M, Yasbeck A Kasic J, et al. A pilot study of the safety and performance of the Otologics fully implantable hearing aids device: Transducing sounds via the round window membrane to the inner ear. Audiology & Neurotology 2009, 14:172-89.
Linstrom CJ, Silverman CA, Yu GP. Efficacy of the Bone-anchored hearing aid for single-sided deafness. The Laryngoscope 2009, 119: 713-20.
Luetje C.M., Brackman D., Balkany T.J., Maw J., Baker R.S., Kelsall D., Backous D., Miyamoto R., Parisier S., Arts A., Phase III clinical trial results with the Vibrant Soundbridge implantable middle ear hearing device: a prospective controlled multicenter study. Otolaryngol. Head Neck Surg. 2002, 126(2):97-107.
Mc Dermott AL, Williams J, Kuo M, Reid A, Proops D. The Birmingham Pediatric Bone-anchored Hearing Aid Program: A 15- year Experience. Otol and Neurotol 2009, 30:178-83.
Rutschmann J. Magnetic audition: auditory stimulation by means of alternating magnetic fiealds acting on a permanent magnet fixed to the eardrum. IRE Transactions Med Electron 1958; 6:22-3.
Snik FM, Bosman AJ, Mylanus EA. Candidacy for the Bone-Anchored Hearing Aid. Audiol Neurootol 2004; 9:190-196.
Tjellström A, Hakansson B, Gastrröm G. BONE ANCORED HEARING-AID: Current Status in Adults and Children. Otolaryngol Clin N Am 2001, 34(2):337-3371.
Tjellstrom A, Lindstrom J, Hallen O, et al. Osseointegrated titanium implants in the temporal bone. Am J Otol 1981; 2:304–310.
Trindade, I.E.K; Silva Filho, O.G da (orgs). Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Ed. Santos, 2007.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (clique para fechar)

Implante Coclear e Prótese Auditivas Implantáveis (clique para fechar)

Ortodontia Preventiva e Interceptiva (ver mais)

Os cursos de pós-graduação raramente incluem o treinamento prático em pacientes de alta complexidade, como os pacientes com anomalias craniofaciais. Esse programa visa oportunizar o treinamento de profissionais altamente qualificados para o exercício da ortodontia interceptiva em pacientes com más oclusões severas, como os pacientes com fissuras labiopalatinas.

NATUREZA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Prática Profissionalizante em Ortodontia Preventiva e Interceptiva

PRÉ-REQUISITO: Graduados em Odontologia

COORDENADORA: Dra. Daniela Gamba Garib Carreira

DURAÇÃO: 09 meses

VAGAS OFERECIDAS: até 8 (mínimo de 1 vaga)

CARGA HORÁRIA TOTAL: 1.090 horas de aulas e atividades práticas (ou de campo).

OBJETIVO DA FORMAÇÃO: Propiciar treinamento prático-clínico em Ortodontia Interceptiva em pacientes com fissuras labiopalatinas.

PROGRAMA:

Mecânica Ortodôntica na Clínica de Alta Complexidade (ver mais)

Oferecer uma visão teórica, laboratorial e clínica de conhecimentos atualizados em Mecânica Ortodôntica, assim como o aprimoramento das habilidades técnicas da especialidade ortodôntica com especificidade de atuação nos estágios de dentadura decídua e mista, e proporcionar também o aprimoramento profissional para o exercício clínico em pacientes com fissuras labiopalatinas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Mecanoterapia com aparelhos fixos
1 – Acessórios em ortodontia
2 – Colagem direta em ortodontia
3 – Bandagem
4 – Arcos de nivelamento
5 – Barra transpalatina
6 – Molas Cantlever
7 – Mini-implantes
8 – Expansão rápida da maxila na fissura
9 – Tracionamento de dentes retidos

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (ver mais)

ACKERMAN, J. L. et al. A controlled light continuous force technique. Amer.J.Orthodont., v. 56, p. 233, 1969.
ANDREASDEN, G. F., QUEVEDO, F. R. Evaluation of friction forces in the 0,022 x 0,028 Edgewise bracket in vitro. J.Biomechan., v. 3, p. 151-160, 1970.
ANDREWS, L. F. The straight wire appliance. AAO Film. Library.
ANDREWS, L. F. The straight wire appliance. J.clin.Orthodont., v. 24, n. 8, p. 493-508, 1976.
ANDREWS, L. F. The straight wire appliance. PCSO. Bulletin, 1970.
ANDREWS, L. F. The straight wire appliance: extraction brackets and “classification of treatment”. J.clin.Orthodont., v. 10, p. 360-379, 1976.
ANGLE, E. H. The latest and best in orthodontic mechanisms. Dent.Cosmos, v. 70, p. 1143, 1928.
BATTAGEL, J. M. Profile changes in Class II, division 1 malocclusions: a comparison of the effects of Edgewise and Frankel appliance therapy. Europ.J.Orthodont., v. 11, n. 3, p. 243-253, Aug. 1989.
BATTAGEL, J. M. The relationship between hard and soft tissue changes following treatment of Class II division 1 malocclusion using Edgewise and Frankel appliance techniques. Europ.J.Orhtodont., v. 12, n. 2, p. 154-165, May 1990.
CHABRE, C. Combined orthopedic-orthodontic treatment of Class II. Rev.Orthop.Dento Fac., v. 25, n. 1, p. 109-115, 1991.
COOKE, M. S., WREAKES, G. The face mask: a new form a reverse headgear. Brit.J.Orthodont., v. 4, n. 4, p. 163-168, Oct. 1977.
EPKER, B. N., FISH, L. C. Dentofacial deformities – integrated orthodontic and surgical correction. Saint Louis: Mosby, 1986. v. I.
EPKER, B. N., FISH, L. C. Dentofacial deformities – integrated orthodontic and surgical correction. Saint Louis: Mosby, 1986. v. II.
INTERLANDI, S. Mecânica de arco de canto. Introdução à técnica. São Paulo: Sarvier, 1986.
LOGN, J. R. et al. Corrective methods for Class II patients. Pediat.Dent., v. 10, n. 4, p. 342-344, Dec. 1988.
McNEILL, R. W. The Edgewise appliance. In: SALZMANN, J. A. Orthodontics in daily practice. Philadelphia: Lippincott, 1974. p. 408-433.
MULLIGAN, T. F. Common sense mechanics. J.clin.Orthodont., v. 14, p. 180-189, 1980.
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SILVA FILHO, O.G.; CANÊDO, A.T.M.; FERRARI JUNIOR, F.M. Mecânica do movimento dentário / Tradução /. Ortodontia, v. 29, n. 2, p. 72-84, 1996.
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THUROW, R. C. Edgewise orthodontics. 2.ed. Saint Louis: Mosby, 1966.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (clique para fechar)

Mecânica Ortodôntica na Clínica de Alta Complexidade (clique para fechar)

Ortodontia na Fissuras Labiopalatinas: Diagnóstico, Tratamento e Reabilitação (ver mais)

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Ortodontia Pré-enxerto
2. Enxerto ósseo alveolar
3. Ortodontia Pós-enxerto
4. Cirurgia Ortognática

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (ver mais)

ASHER-McDADE, C. et al. A six-center internacional study of treatment outcome in patients with clefts of the lip and palate. IV. Assessment of nasolabial appearance. Cleft Palate Craniofac J., v. 29, p. 409-412, 1992.
BRODER H. L., SMITH, F. B., STRAUSS, R. P. Habilitation of patients with clefts: parent and child ratings of satisfaction with appearance and speech. Cleft Palate Craniofac.J., v. 29, p. 262-267, 1992.
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SILVA FILHO, O. G.; CAVASSAN, A. O., SAMPAIO, L. L. Avaliação do padrão cefalométrico em pacientes portadores de fissura pós-forame incisivo não operados. Rev.bras.Cirurg., v. 79, n. 3, p. 137-147, 1989.
SILVA FILHO, O. G.; NORMANDO, A. D. C.; CAPELOZZA FILHO, L. Mandibular morphology and spatial position in patients with clefts: intrinsic of iatrogenic? Cleft PalateCraniofac., v. 29, n. 4, p. 369-375, 1992.
SILVA FILHO, O. G.; OKADA, T., PEREIRA, A. M. L. Avaliação morfológica e quantitativa do arco dentário superior de adultos portadores de fissura pré-forame completa, não operados. Rev. Bras.Cirurg., v. 81, n. 6, p. 279-285, 1991.
SILVA FILHO, O. G.; RAMOS , A. L., CAPELOZZA FILHO, L. La influencia de la queiloplastia y de la palatoplastia en la determinción de la forma del arco dentario superior en fissurados de labio y paladar. Rev.esp.Otodonc., v. 21, n. 3, p. 237-249, 1991.
SILVA FILHO, O. G.; RAMOS, A. L., CAPELOZZA FILHO, L. Influência da queiloplastia nas dimensões e forma do arco dentário superior em adultos fissurados de lábio e palato. Rev. Soc. bras.Ortodont., v. 1, n. 9, p. 269-275, 1991.
SILVA FILHO, O. G.; ROCHA, R., CAPELOZZA FILHO, L. Padrão facial do paciente portador de fissura pré-forame incisivo unilateral completa. Rev.bras.Cirurg., v. 79, n. 4, p.197-205, 1989.
SILVA FILHO, O.G. et. al. Classificação das fissuras lábio-palatais: breve histórico, considerações clínicas e sugestões de modificação. Rev.bras.Cirurg., v. 82, n. 2, p. 51-65, 1992.
SILVA FILHO, O.G.; RAMOS, A. L.; ABDO, R. C. C. Morfologia dos arcos dentários em pacientes portadores de fissura de lábio e palato, não operados. Ortodontia, v. 24, n. 1, p. 9-17, 1991.
SOUZA FREITAS, J. A. et. al. Avaliação das alterações do arco dentário superior em indivíduos portadores de fissura transforame incisivo unilateral. Ortodontia, v. 25, n. 1, p. 18-26, 1995.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (clique para fechar)

Ortodontia na Fissuras Labiopalatinas: Diagnóstico, Tratamento e Reabilitação (clique para fechar)

Ortodontia Preventiva e Interceptiva (clique para fechar)

PRÁTICAS PROFISSIONALIZANTES (clique para fechar)

 

PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL (PAP) (ver mais)

 

O Programa de Aprimoramento Profissional (PAP) é uma modalidade pós-graduação lato sensu para formação/capacitação profissional na área da saúde (exceto medicina), que adota uma metodologia de aprendizagem com ênfase no treinamento em serviço, sob supervisão de profissional altamente qualificado, em instituições de saúde de elevado padrão técnico e científico.

O objetivo do PAP é capacitar o aprimorando para atuação qualificada e diferenciada nas diversas áreas que integram, apoiam ou gerenciam a prestação de serviços de saúde, estimulando o desenvolvimento de uma visão crítica e abrangente do Sistema Único de Saúde – SUS, orientando sua ação para a melhoria das condições de saúde da população.

No HRAC, o programa tem como foco a Reabilitação em Anomalias Craniofaciais. Com duração de 1 ano, é desenvolvido em jornada semanal de 40 horas, constituindo-se de atividades teóricas e práticas, e destinado a profissionais recém-graduados nas áreas de Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Pedagogia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.

O número de vagas oferecidas anualmente corresponde ao número de bolsas de estudo oferecidas, definido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) , sendo oportunamente publicado nos editais do processo seletivo.

Mais informações, acesse a página do PAP, no Portal da SES-SP (ver mais).

 

NATUREZA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Aprimoramento Profissional em Área da Saúde – “Reabilitação em Anomalias Craniofaciais”

PRÉ-REQUISITO: Graduados em Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Pedagogia, Serviço Social ou Terapia Ocupacional

COORDENADORA: Ineida Maria Bachega Lopes

DURAÇÃO: 12 meses

CARGA HORÁRIA MÍNIMA: 1.760 horas (jornada de 40 horas semanais)

VAGAS OFERECIDAS: a definir, pela SES-SP

PROCESSO SELETIVO: a definir, pela SES-SP

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO PROGRAMA, NO HRAC-USP: (ver mais)

GERAL: (ver mais)

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Lei n.8080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 19 set. 1990. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/LEI8080.pdf Acesso em: 8 out. 2012.
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização: humaniza SUS, documento base para gestores e trabalhadores do SUS. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizasus_gestores_trabalhadores_sus_4ed.pdf Acesso em: 7 jun. 2013.
3. SAMPAIO, C. C. et al. Interdisciplinaridade em questão: análise de uma política de saúde voltada à mulher. In: SÁ, J. L. M. (Org.). Serviço social e interdisciplinaridade: dos fundamentos filosóficos à prática interdisciplinar no ensino, pesquisa e extensão. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2010. p.77-95.
4. SILVA FILHO, O. G.; FREITAS, J. A. S. Caracterização morfológica e origem embriológica. In: TRINDADE, I. E. K.; SILVA FILHO, O. G. (Org.). Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos, 2007. p.17-49.

GERAL: (clique para fechar)

ESPECÍFICAS:

Enfermagem (ver mais)

1. ATKINSON, L. D.; M.E.. Fundamentos da enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Humaniza SUS: política nacional de humanização – documento base para gestores e trabalhadores do SUS. Brasília: Ministério da Saúde. 2004.
3. BRUNNER, L. S. Tratado de Enfermagem médico-cirúrgica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. [v. 1-2-3-4].
4. MONDINI, C.C.S.D. Os agentes de autocuidado e a utilização de orientações disponíveis no cenário do processo cuidativo da criança portadora de fissura labiopalatal. São Paulo, S.N., 2001. Dissertação de mestrado. Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo.
5. FONTES, C.M.B. Fissuras labiopalatais: diagnóstico de enfermagem no pré e pós-operatório. São Paulo, S.N., 2001. Dissertação de mestrado – Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo.
6. SILVA, MARCELO TARDELLI, SANDRA REGINA L. P. TARDELLI DA SILVA. Cálculo e Administração de Medicamentos na Enfermagem, 2ª Ed. São Paulo: Martinari, 2009. 304p.
7. TRINDADE, I. E. K.; SILVA FILHO, O. G. (coord.). Fissuras labiopalatinas: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos, 2007, p. 51 a 61.
8. SPARKS e TAYLOR – Manual de diagnóstico de enfermagem, 6º. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
9. BIZU Perguntas e respostas de enfermagem comentadas. Editora Rubio LTDA. Rio de Janeiro, 2009.

Enfermagem (clique para fechar)

Fisioterapia (ver mais)

1. SARMENTO, George J. V. Fisioterapia Respiratória no Paciente Crítico – Rotinas Clínicas. 2ª Edição. Editora Manole, 2007. Capítulos 2, 3, 4, 6, 7, 8, 10, 13, 36, 37, 38 e 39.
2. SARMENTO, George J. V. Fisioterapia Respiratória em Pediatria e Neonatologia. 2ª Edição. Editora Manole, 2011. Capítulos 4, 5, 6, 8, 9, 30, 32, 34, 40 e 44.
3. SHEPHERD, Roberta B. Fisioterapia em Pediatria. 3ª Edição. Editora Santos, 1996. Seção I: Introdução à Pediatria, p. 09 a 84. Anexos I e II, p. 387 a 395.

Fisioterapia (clique para fechar)

Fonoaudiologia (ver mais)

1. BENTO-GONÇALVES CGA, PIAZENTIN-PENNA SHA. Atuação do setor de fonoaudiologia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo – Bauru/São Paulo. In: VIANA JESUS, MS; DI NINNO, CQMS. Fissura labiopalatina: fundamentos para a prática fonoaudiológica. São Paulo: Roca, 2009, p. 200-203.
2. COSTA FILHO, O.A.; PIAZENTIN, S.H.A. Aspectos otológicos. In: ALTMANN, E.B.C. Fissuras labiopalatinas. 4. ed. São Paulo: Pró-Fono, 1997, p. 485-498.
3. Genaro, K. F., Fukushiro, A. P., Suguimoto, M. L. F. C. P. Avaliação e tratamento dos distúrbios da fala. In: Trindade, I. E. K., Silva Filho, O. G. (coord.). Fissuras Labiopalatinas: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Santos, 2007, p. 109-22.
4. SILVA FILHO, O., FREITAS, J.A.S. Caracterização Morfológica e Origem Embriológica. In: Trindade, I. E. K., Silva Filho, O. G. (coord.). Fissuras Labiopalatinas: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Santos, 2007, p. 17 a 49.
5. Trindade, I. E. K., Yamashita, R.P., Bento-Gonçalves, C. G. A.. Diagnóstico instrumental da disfunção velofaríngea. In: Trindade, I. E. K., Silva Filho, O. G. (coord.). Fissuras Labiopalatinas: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Santos, 2007, p.123-43.
6. Piazentin-Penna, S. H. A., Jorge, J. C. Avaliação e tratamento dos distúrbios da audição. In: Trindade, I. E. K., Silva Filho, O. G. (coord.). Fissuras Labiopalatinas: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Santos, 2007, p. 165-72.
7. Trost-Cardamone, J.E. Diagnosis of specific cleft palate speech error patterns for planning therapy or physical management needs. In: Bzoch, K. R., editor. Communicative disorders related to cleft lip and palate. 5th ed. Austin: Pro-ed; 2004, p. 463-91.
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9. GOLDING-KUSHNER, KJ. Getting an early start: Infants and Toddlers with cleft palate. In: GOLDING-KUSHNER, KJ. Therapy techniques for cleft palate speech & related disorders. San Diego: Singular; 2001, p. 35-60.

Fonoaudiologia (clique para fechar)

Nutrição (ver mais)

1. MAGNONI, D.; CUKIER, C. Perguntas e Respostas em Nutrição Clínica. Editora Roca, 2001.
2. MAGNONI, D.; CUKIER, C. Perguntas e Respostas em Nutrição Clínica. 2ª edição. Editora Roca, 2005.
3. WAITZBERG, D. L.; DIAS, M. C. G. Guia Básico de Terapia Nutricional – Manual de Boas Práticas, 2ª edição. Editora Atheneu, 2007.
4. EUCLIDES, M. P. Nutrição do Lactente – Base científica para uma alimentação adequada. Viçosa – MG, 1997.
5. DA SILVA, S. M. C. S.; MURA, J. D. A. P. Tratado de Alimentação, Nutrição & Dietoterapia. Editora Roca, 2007.
6. BARROS, S. P.; ARENA, E. P.; PEREIRA, A. C. Avaliação Antropométrica em Pediatria. Editora Ponto Crítico, São Paulo, 2008.
7. BARROS, S. P.; MANZANO, F. M.; SILVA, L. B. C. Manual de Receitas para Disfágicos. ScorTecci Editora, São Paulo, 2010.

Nutrição (clique para fechar)

Pedagogia (ver mais)

1. BEVILACQUA, Maria CecíÍia, MORET, Adriane Lima Mortari. Deficiência Auditiva: conversando com familiares e profissionais de saúde. São José dos Campos: Pulso;2005, p.123-137, 179-201, 225-306.
2. BRASIL.Referencial Curricular Nacional para a educação infantil/ Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. Volume 1, 2, 3.
3. BUFFA, Maria José Monteiro Benjamin et al. Manual de orientação para professores de crianças com deficiência auditiva: Abordagem aurioral. Editora Santos,2008.
4. BUFFA, Maria José Monteiro Benjamin. A Inclusão da criança com fissura labiopalatina no ensino regular: a visão do professor de classe comum. Tese de doutorado, HRAC/USP; 2009
5. GENARO, Kátia Flores, et al. O processo de comunicação: contribuição para a formação de professores na inclusão de indivíduos com necessidades especiais. São José dos Campos: Pulso, 2006. p. 215-222, 237-241,255-275.
6. MORAES, M.C.A.F . A influência das atividades expressivas e recreativas em crianças hospitalizadas com fissura labiopalatina : a visão dos familiares. Dissertação de mestrado, HRAC/USP; 2007.

Pedagogia (clique para fechar)

Serviço Social (ver mais)

1. CONSELHO FEDERAL DO SERVIÇO SOCIAL. Código de ética do/a assistente social, Lei 8.662/93 de regulamentação da profissão. 10 ed. rev. atual. Brasília: Conselho Federal do Serviço Social, 2012. 60p. Disponível em: http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP_CFESS-SITE.pdf. Acesso em: 7 jun 2013.
2. CONSELHO FEDERAL DO SERVIÇO SOCIAL. Parâmetros para a atuação de assistentes sociais na política de saúde. Brasília: Conselho Federal do Serviço Social, 2010. 80p. (Série: Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais). Disponível em: http://www.cfess.org.br/arquivos/Parametros_para_a_Atuacao_de_Assistentes_Sociais_na_Saude.pdf Acesso em: 7 jun 2013.
3. GRACIANO, M. I. G.; LEHFELD, N. A. S. Estudo socioeconômico: indicadores e metodologia numa abordagem contemporânea. Serviço Social e Saúde, Campinas, v.9, n.9, p.157-185, jul. 2010. . Disponível em: http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=46147 Acesso em: 7 jun. 2013.
4. GRACIANO, M. I. G.; TAVANO, L. D.; BACHEGA, M. I. Aspectos psicossociais da reabilitação. In: TRINDADE, I. E. K.; SILVA FILHO, O. G. (Coord.). Fissuras labiopalatais: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Editora Santos, 2007. p.311-333.
5. MARTINELLI, M. L. O trabalho do assistente social em contextos hospitalares: desafios cotidianos. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, n.107, p.497-508, jul./set. 2011. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-66282011000300007&lng=en&nrm=iso Acesso em: 7 jun. 2013.

Serviço Social (clique para fechar)

Terapia Ocupacional (ver mais)

1. ANDRADE, F.L. Malformações congênitas. In: TEIXEIRA, E. et al. Terapia Ocupacional na Reabilitação Física. São Paulo: Roca, 2003.
2. BRANDÃO, J. S. Desenvolvimento psicomotor da mão. Rio de Janeiro: Enelivros, 1984.
3. CARDOSO, A. S.; LIMA, A. M.; MAXIMINO, V. S.; SPECIAN, C. M. Estudo exploratório de dor em recém-nascidos pré-termos em uma unidade de tratamento intensivo neonatal. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, São Carlos, v. 18, n. 2, p. 105-114, maio/ago. 2010.
4. CARLO, M. M. R. P.; LUZO, M. C. M. Terapia ocupacional: reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo: Roca, 2004.
5. CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. Dispõe sobre a atuação do Terapeuta Ocupacional na brinquedoteca e outros serviços inerentes, e o uso dos Recursos Terapêutico-Ocupacionais do brincar e do brinquedo e dá outras providências. Resolução nº. 324, de 25 de abril de 2007.Disponível em: <http://www.coffito.org.br/publicacoes/pub_view.asp?cod=1406&psecao=9> Acessado em: 19 de agosto de 2013.
6. FONTES, C. M. B.; MONDINI, C. C. S. D.; MORAES, M. C. A. F.; BACHEGA, M. I.; MAXIMINO, N. P. A utilização do brinquedo terapêutico na assistência à criança hospitalizada. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 16, n. 1, p. 95-106, jan./abr. 2010.
7. GARCIA, N. R.; PFEIFER, L. I.; PANÚNCIO-PINTO, M. P. As caixas de histórias na visão de profissionais de saúde como estratégia de enfrentamento da hospitalização infantil. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v.23, n.2, maio/ago. 2012, p. 169-177.
8. LIDDLE, T.L.; YORKE, L. Coordenação Motora. Rio de Janeiro: M.Books, 2006.
9. MORAES, M. C. A. F. A influência das atividades expressivas e recreativas em crianças hospitalizadas com fissura labiopalatina: a visão dos familiares. 2007. 83f. Dissertação (Mestrado em Distúrbios da Comunicação Humana) – Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo, Bauru, 2007.

Terapia Ocupacional (clique para fechar)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO PROGRAMA, NO HRAC-USP: (clique para fechar)

PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL (PAP) (clique para fechar)